O mundo é um lugar onde você e eu, vivemos cheios de esperanças e expectativas.
Saboreamos o bem vida e desfrutamos as felicidades que o universo nos proporciona em cada jornada.
Volte e meia, nos alegramos, volte e meia nos entristecemos.
Mas no dia seguinte, após a tempestade da dor passar, achamos o caminho da felicidade no próximo beco de nossos caminhos andados.
O nosso ‘justino’ que lhe foi dado por quem desconheço a tal missão e autoridade de nos julgar apos o culminar de nossas malfeitorias desconhecidas por nós e conhecidas por eles.
O julgamento chega no dia D e na hora H.
Somos postos a uma bateria de perguntas que nem soubemos responder, tudo porque desconhecemos o porque do julgamento a nós perpetrado.
Por outra, vem a palavra crime, acto de que nos leva a razão pela qual estamos a ser julgados, julgando algo por nós cometido.
Aí a justiça é sega e nos encosta na parede do tribunal, instituição vocacionada para se julgar e fazer à justa e ajustada justiça.
Como tudo tem um propósito e na verdade se tem dito pela boca miúda..."tudo que tem um nome é porque existe".
Vamos ao julgamento do Juiz.
O juiz foi julgado pelo seu bom trabalho diante da corte de sua ignorante vida.
O seu trabalho foi sempre trazer a liça o produto final de sua missão de julgar e fazer justiça.
Foi sempre assim e assim chegou a sua ficha na hora do seu julgamento.
Porquê estão a julgar o juiz?
Porque o juiz deixou de fazer parte da justiça.
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