Certifica-se Como Artista Real Na LEA. Começa Agora
Logo da Lea.co.ao

Artistas Recém Adicionados

BPM
BPM Cantor
📅 01-08-2026
João Dya Nguma
João Dya Nguma Percussionista
📅 01-08-2026
Darzzy
Darzzy Cantor
📅 01-08-2026
Mário Fernandes
Mário Fernandes Musico
📅 01-08-2026
JMC
JMC Cantor
📅 01-08-2026
Mestre Geraldo
Mestre Geraldo Musico e Compositor
📅 01-08-2026
Antonica Dya Geraldo
Antonica Dya Geraldo Percussionista
📅 01-08-2026
André Lucamba
André Lucamba Desenvolvedor de Jogos
📅 21-07-2026

ARTIGOS

/images/noticias/Pfuka Alcina de Beni Dya Mbaxi e censurado.jpg

Documentário “Pfuka, Alcina” de Beni Dya Mbaxi é censurado em Moçambique e Angola

Fonte Lea.co.ao Data 2025-08-15 20:06:35

Produção que retrata a história de uma jovem estilista moçambicana vítima de violência pós-eleitoral será lançada no YouTube após impedimentos em salas de cinema.

/images/noticias/DJ Mil Toques.jpg

DJ Mil Toques, ainda tinha mais mil toques para dar – foi cedo

Fonte Lea.co.ao Data 2023-07-25 18:04:52

Este artigo é um daqueles que ficam no baú e depois são recuperados pelas memórias que atiçam o dever de publicar o que já devia estar publicado

/images/noticias/Jackson Samuel – Das baterias de latas as Yamaha e as Magnas e sempre com Deus.jpg

Jackson Samuel – Das baterias de latas as Yamaha, Magna, PDP X7 e sempre com Deus.

Fonte Lea.co.ao Data 2024-01-27 08:08:53

Desde pequeno já tocava latas, fazia delas uma bateria, posicionava elas num formato de Bateria.

Quem está na lea.co.ao

 Ndaka yo Wiñi 0

Adriano Dokas, mais conhecido pelo nome artístico Ndaka Yo Wini, nasceu no dia 5 de janeiro de 1981, no município do Lobito, província de Benguela, Angola. Filho de dois músicos tradicionais, Ndaka vem de uma família culturalmente rica, com ramificações espalhadas por regiões como Huambo, Uíge, Cabinda, Congo Democrático e Guiné-Bissau.

Desde o início de sua vida, Ndaka enfrentou desafios significativos. Nascido prematuro após 12 meses e duas semanas no ventre de sua mãe, era tão pequeno que as pessoas aconselharam sua mãe a desistir dele. No entanto, ela lutou e cuidou de Ndaka, levando-o a ser criado na casa das madres e como seminarista, onde iniciou seus estudos. Apesar de uma infância marcada por dificuldades, como ajudar sua mãe na lavra e vender peças de carros velhos, Ndaka encontrou pequenos momentos de felicidade nas brincadeiras de criança, que mais tarde nutririam sua paixão pela vida e pela arte.

Sua infância também foi tragicamente interrompida quando foi raptado aos 10 anos, passando quatro anos de dor e sofrimento. Essa experiência dramática o transformou no homem e no artista que é hoje. Apesar de não gostar de revisitar este capítulo de sua vida, Ndaka utiliza suas vivências para fortalecer seu trabalho artístico e cultural.

Ndaka iniciou sua carreira musical em 2011, tornando-se rapidamente uma figura de destaque no estilo afro jazz. Em 2018, lançou seu primeiro álbum, "Olukwembo", composto por 11 faixas que misturam tradições angolanas com modernidade. Cantado exclusivamente em línguas nacionais e ritmos africanos, o álbum é uma celebração da identidade e dos valores culturais de Angola. A obra recebeu elogios pela crítica e é considerada uma ferramenta para o resgate cultural.

Ao longo de sua carreira, Ndaka participou de eventos internacionais, como a Expo Milão na Itália, Encontro com a África no Brasil, e apresentações na África do Sul, Portugal, Estados Unidos e Canadá. Em 2021, foi destaque no Festival Afro Urbain Fest em Montreal, Canadá, onde reside atualmente. No Canadá, além de promover sua música, Ndaka conduz projetos socioculturais, ministra aulas de voz e ritmo ancestral e está produzindo seu segundo álbum em parceria com a produtora canadiana Pageot Productions, que combina o idioma umbundu e instrumentação contemporânea.

Além de sua música, Ndaka dedica-se à pesquisa cultural e atua como consultor cultural pela P&T Management, no Canadá. Ele também critica a falta de originalidade no mercado musical angolano e defende maior investimento nas artes e na preservação da identidade cultural.

Ndaka Yo Wini é mais do que um músico; ele é um guardião das tradições angolanas, um ativista cultural e um exemplo de superação, levando a bandeira de Angola a palcos internacionais e inspirando novas gerações com sua música e compromisso com a autenticidade.

Ndaka yo Wiñi
 Speed Mendes 1

João Mendes Teixeira Botelho, conhecido artisticamente como Speed Mendes, nasceu e cresceu em Benguela, Angola, no bairro Sacadura Cabral. Segundo entre três irmãos, Speed descreve sua infância como uma mistura de altos e baixos, dividida entre a vida na rua e em casa. Influenciado pela dinâmica de grupos juvenis, ele se envolveu cedo com a cultura de rua, que moldaria sua trajetória artística. Antes da música, Speed foi jogador de basquete profissional, começando aos 8 anos na academia do Primeiro de Maio, clube representativo de Benguela. No entanto, aos 10 anos, sua vida mudou ao entrar para um grupo de jovens que o levou a criar sua primeira música, um kuduro intitulado "Sacadura é Banda Minada". Essa experiência marcou o início de sua jornada musical e a formação do grupo Favelas, que se tornou notório na cena jovem de Benguela.

Transição para o Hip-Hop
Embora tenha começado no kuduro, um gênero que ele descreve como "único e real", com uma linguagem direta que reflete a vivência de pessoas com baixo grau acadêmico, Speed encontrou no hip-hop sua verdadeira paixão. Ele destaca que o hip-hop oferecia uma instrumentalização diferenciada, com abordagens coesas, poesia, metáforas bem construídas e mensagens com sentido. Essa transição aconteceu por influência de seu amigo Tony Hood, com quem formou o grupo Rapazes em 2010. Em 2012, junto com Dias Ministro (Mr. Microphone) e Nico Xuxa, eles fundaram a WeedNation, uma label independente que se tornou um pilar do movimento hip-hop em Benguela.

WeedNation e Primeiros Sucessos
Como parte da WeedNation, Speed Mendes contribuiu para um repertório marcante, com músicas como "Vim com Gang", "Mais uma Weed", "Sai Sai", "Corpo Cansado", "2 Telefones" e "Ninguém Tabater", que ganharam popularidade em Benguela. Em um ano prolífico, o grupo gravou 100 músicas, mas, por questões pessoais, o projeto foi dividido em quatro, resultando na mixtape solo de Speed, Favelas & Squads, lançada entre 2018 e 2019. A distância geográfica entre os membros, com a maioria se mudando para Luanda, dificultou apresentações ao vivo, mas o grupo nunca se separou oficialmente e continua planejando novos projetos colaborativos.

Carreira Solo
A partir de 2018/2019, Speed Mendes consolidou sua carreira solo com o lançamento da mixtape Favelas & Squads. Músicas como "Sai Sai" e "Incômodo" (que gerou uma saga com três partes) destacaram-se, reforçando sua habilidade em escrita, flow e entrega emocional. Um dos pontos altos de sua carreira foi a música "Demarte Pena", inspirada no lutador angolano de MMA Demarte "The Wolf" Pena, que agora compete no UFC. A faixa, que narra a história de Speed como se fosse a do lutador, chamou a atenção de Pena, resultando em uma conexão pessoal entre os dois. Speed também lançou "Winner" e "Abençoado", músicas que apoiaram campanhas para o reconhecimento de Demarte Pena pelas autoridades angolanas, um marco significativo em sua trajetória.

Momentos Difíceis e Superação
A carreira de Speed não foi isenta de desafios. Após a mudança de seus colegas para Luanda, ele enfrentou dificuldades como queda nas visualizações, boicotes e ataques de outros rappers. No entanto, sua vida mudou ao se aproximar de Zé Beato, um mentor que ele considera um irmão mais velho. Zé Beato o ensinou a valorizar seu talento, dominar o palco e manter sua autenticidade, mostrando que um artista não tem limites, mas também não deve se vender. Essa relação foi crucial para sua evolução artística.

Conquistas e Colaborações
Entre os momentos mais altos de sua carreira, Speed destaca a gravação de álbuns com Zé Beato e Eliei, além de ser, ao lado de Eliei, um dos primeiros artistas de hip-hop em Benguela a realizar uma performance de 45 minutos em um festival, com trocas de figurino e fogos de artifício. Ele também foi um dos primeiros rappers de Benguela a conquistar um contrato publicitário. Suas colaborações incluem projetos com artistas brasileiros e uma parceria planejada com Killa O, dos Reais Camaradas, além de uma relação próxima com Deezy, com quem compartilha trabalhos e a equipe SOS.

Impacto e Legado
Apesar de ainda não ter recebido premiações, Speed reconhece as dificuldades enfrentadas por artistas independentes em Angola, mas segue determinado a "furar a bolha". Suas viagens para cantar em províncias como Lubango, Huambo, Luanda e Sumbe, mesmo em eventos menores, reforçam seu compromisso com a música. Speed Mendes continua a representar Benguela e a WeedNation, mantendo-se fiel às suas raízes e à autenticidade do hip-hop angolano.

Speed Mendes
 Carlos Chiemba 0

Carlos Manuel Abrantes José, conhecido artisticamente como Carlos Chiemba, nasceu em 4 de maio de 1962, no bairro Maxinde, na cidade de Malanje, Angola. Reconhecido como um dos baixistas mais carismáticos e influentes da música angolana, Chiemba construiu uma carreira marcada pela inovação, versatilidade e contribuição decisiva para o desenvolvimento do semba moderno.

Iniciou sua jornada musical ainda na juventude, tocando guitarra em sua terra natal. Com o tempo, migrou para o baixo elétrico, instrumento com o qual se tornaria referência incontornável no cenário musical angolano. Nos anos 1980, integrou o conjunto Central das Forças Armadas “O FACHO”, ligado às FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola), onde foi mobilizado em 1992.

Nesse mesmo ano, partiu para Portugal, onde se juntou ao grupo Kussondulola, liderado por Eduardo Paim, ícone do reggae lusófono. A parceria com Paim foi duradoura e produtiva, consolidando Chiemba como músico de estúdio e de palco. Em 1994, participou da fundação da banda Semba Masters, dedicada à valorização e modernização do semba em território europeu.

Ao longo de sua carreira, Carlos Chiemba tocou e gravou com uma vasta gama de artistas angolanos, incluindo Lamartine, Carlos Burity, Bonga, Irmãos Almeida, Voto Gonçalves, Joy Artur, As Gingas, Puto PT, Yuri da Cunha, entre outros. Gravou todos os álbuns do grupo As Gingas e é autor da icônica linha de baixo da música “Ngapa”, dos Irmãos Almeida — considerada uma das mais marcantes da música angolana.

Entre os anos 1990 e 2000, Chiemba foi amplamente reconhecido como o baixista mais influente do país, sendo apelidado por colegas como o “pai do swing do semba moderno”. Segundo a também baixista Eduina Semedo, Chiemba introduziu técnicas inovadoras como o prolongamento de notas arrastadas, inspiradas no rock’n’roll e em músicos como George Décimus, da banda Kassav. Essas inovações deram origem a uma nova sonoridade no semba, marcada por fluidez, groove e sofisticação rítmica.

Apesar de sua importância histórica e musical, Carlos Chiemba ainda não recebeu uma condecoração oficial por sua contribuição à cultura angolana. Eduina Semedo expressa esse sentimento com emoção: “Se eu pudesse pedir, pediria a tua homenagem e condecoração, Carlos Chiemba.”

Hoje, Carlos Chiemba permanece como uma figura respeitada e admirada, cuja obra continua a influenciar gerações de músicos e a enriquecer o legado do semba angolano.

Carlos Chiemba

Produtos & Serviços

EM BREVE


Griotologia Kz 1000 Obra Virtual
Raptitivo Kz 1000 Obra Virtual
Eme Mwene Kz 1000 Obra Virtual
Fénix Kz 1500 Obra Virtual


Maximize os leads e as conversões

Garanta contatos de maior qualidade e aumente suas taxas de conversão.

Aumente as vendas online

Esteja presente onde seus clientes estão e impulsione o tráfego para seu site, aumentando as vendas.

Gere mais visitas à loja

Traga mais clientes para o seu estabelecimento e aumente as vendas presenciais.

EM BREVE


EM BREVE


EM BREVE


Entrega ao Domicilio Gratís No Kilamba

Clica aqui para mais informações

Entrega ao Domicilio Gratís No Morro Bento

Liga agora para o nosso pessoal.

Entrega ao Domicilio Gratís Na Maianga

O pessoal da Maianga está a espera