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 Vd Nadjey 0

Vd Nadjey, nome artístico de Manuel António Gunga, é um jovem artista angolano nascido a 25 de junho de 2002, na província de Benguela. Apaixonado pela música, tem como objetivo construir uma carreira artística sólida e conquistar o seu espaço no panorama musical angolano, dando passos importantes no desenvolvimento do seu percurso como músico.

Ao longo da sua caminhada, Vd Nadjey tem procurado afirmar a sua identidade musical através dos seus trabalhos. Entre as canções que destaca estão A Vaidade e Só A Batida, temas que fazem parte do seu percurso artístico e representam referências importantes na sua trajetória. Ainda numa fase de crescimento, o artista continua empenhado em desenvolver os seus projetos e explorar novas oportunidades para chegar a mais ouvintes.

Até ao momento, Vd Nadjey ainda não lançou nenhum álbum ou EP. No entanto, mantém a ambição de evoluir musicalmente, aperfeiçoar a sua identidade artística e transformar os seus objetivos em realizações concretas. Para o jovem músico, o caminho passa pela dedicação à música e pela procura de oportunidades que lhe permitam demonstrar o seu talento.

Entre as suas principais referências musicais, destaca-se Leonel Patricinho, artista que Vd Nadjey admira e que integra o conjunto das suas inspirações. Esta referência acompanha a forma como encara o seu próprio percurso e os objetivos que pretende alcançar no mundo da música.

Com o sonho de se tornar um grande artista, Vd Nadjey olha para o futuro com ambição e vontade de continuar a crescer. A sua trajetória representa o percurso de um jovem talento angolano que procura afirmar-se na música, conquistar novos públicos e construir, passo a passo, uma carreira capaz de lhe dar um lugar de destaque na cultura musical do país.

Vd Nadjey
 Yuri da Cunha 0

Yuri da Cunha, cantor angolano, nascido no Sumbe, província do Kwanza-Sul, no dia a 13 de Setembro de 1980.

Com apenas 3 anos de idade, Yuri foi levado pela família para Luanda, por causa da guerra. Vivia perto dos tios, do irmão, do pai e quase toda a família da mãe. A adaptação, foi fácil. Yuri da Cunha iniciou-se na sua infância, assistindo aos ensaios do conjunto “Os Kwanzas”, onde o seu pai, Henrique da Cunha “Riquito”, era um exímio guitarrista. Mais tarde em Luanda, no bairro Rocha Pinto, em companhia dos seus primos e irmãos (actualmente ligados à música) foi aperfeiçoando técnicas de voz e interpretação com o professor Manuel Costa “Makanha”.

Quando começou a compor, Yuri tinha na cabeça vários sons. “Fui influenciado pelo meu pai, na altura, mas sobretudo Bonga, Teta Lando, David Zé e Urbano de Castro. Depois, nos anos 1990, passou a ouvir Eduardo Paim, Carlos Burity, Balão, muito André Mingas, essas eram as influências de Angola que Yuri tinha”.

Só cantava música angolana porque, seu pai não deixava ouvir música internacional. Na época só ouviam músicas de Michael Jackson e Madonna. Yuri diz-se ser fã de Michael Jackson desde pequeno. E foi daí, de Michael Jackson, que lhe veio a atracção pela música de dança Com quase 10 anos de idade, distinguiu-se num concurso de rua, Ku Tonoca, e em 1993 entrou na escola da Rádio Nacional de Angola. No dia 1 de Junho de 1993, Dia da Criança, Yuri fez a sua primeira apresentação.

Em 1994, inscreveu-se nos concursos de música infantil da Rádio Nacional de Angola (RNA) e destacou-se nos concursos, com a canção o “Amigo”, da autoria do professor “Makanha”, tendo ganho o prémio de melhor canção infantil. Daí para a fama foi um curto passo.

Começou sua carreira depois de vencer um concurso de rua, em 1994, em sua cidade natal. Dez anos depois, venceu um outro concurso com a música Makumba, ao ser escolhido pelo público entre os dez mais tocados na rádio local.

Em 1996 seguiu para Lisboa (Portugal), onde gravou o seu primeiro trabalho discográfico intitulado “É tudo Amor”, nos estúdios da produtora Valentim de Carvalho. Nesse ano arrebatou o prémio da Rádio Televisão Portuguesa (RTP) para o melhor vídeo clipe e de melhor música do ano dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) na Holanda.

O primeiro disco, “É Tudo Amor”, gravou-o em Portugal, pela Valentim de Carvalho, em 1999. “Makumba”, a canção que o tornou conhecido do grande público, gravou-a em 2003 e venceu o Top dos Mais Queridos em Angola no ano seguinte, 2004.

O segundo disco chega em 2005. O disco intitulado “Eu”, foi lançado em Janeiro, e permitiu-lhe confirmar o sucesso de temas que o colocaram na ribalta do music hall angolano. No disco “Eu”, Yuri da Cunha apresenta treze temas em estilos como o semba, rumba e kizomba, cantados em português e kimbundo, dos quais as músicas “Homem é bom”, “Njila”, “Simão”, “Kalundu” e “Está doer” foram grandes sucessos na rádio e discotecas, atingindo vendas muito significativas “Com o sucesso de Makumba conseguimos fazer alguns shows e ganhar algum dinheiro e aí tivemos a possibilidade de gravar o disco Eu”.

O terceiro e mais recente longa-duração de Yuri da Cunha foi lançado em 2009 com título em kimbundu, “Kuma Kwa Kié”. “Significa ‘amanheceu’. Os mais velhos lá na terra têm a sua forma de se expressar, traduzem ainda mais profundo e dizem: amanheceu o dia”.

Fontes: Angola +

Yuri da Cunha

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