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ARTIGOS

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Exposição "Fome Preta" e Momento PLUS na Fundação Arte e Cultura

Fonte Lea.co.ao Data 2024-11-30 10:25:50

Uma Mostra Vibrante e Provocadora de Gato Preto O Anormal

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Giorgio Armani: O mestre da elegância que vestiu gerações e inspirou o mundo

Fonte Lea.co.ao Data 2025-09-05 15:20:54

Ícones da moda e estrelas internacionais prestam homenagem ao estilista italiano, cuja visão redefiniu o conceito de sofisticação

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Canal do Mano Chaba Gera Polémica: Monetização, Pressões Familiares e Disputa Pelo Legado do Kudurista

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-18 23:15:18

Entre acusações, áudios vazados e números que nem sempre significam riqueza, o caso Mano Chaba reacende o debate sobre como o YouTube realmente paga — e como a desinformação transforma visualizações em conflitos

Quem está na lea.co.ao

 Orlando Sérgio 0

Orlando Sérgio (nascido em 23 de setembro de 1960, Malange, Angola) é um ator angolano cuja carreira abrange mais de três décadas, marcado por atuações impactantes no cinema, teatro e televisão, além de uma presença vibrante na cena cultural de Angola e além. Conhecido por papéis em filmes como Cartas da Guerra (2016), Liberdade (2011) e Njinga Rainha de Angola (2013), Sérgio é uma figura central na arte contemporânea angolana, com contribuições que transcendem a atuação e se entrelaçam com a política, a crítica social e a revitalização cultural.

Infância e Formação
Nascido em Malange, Orlando Sérgio cresceu em um período de transformação em Angola, testemunhando a independência do país em 1975 e os anos de guerra civil que se seguiram. Estudou na Universidade Agostinho Neto, inicialmente em medicina, mas abandonou o curso para seguir sua paixão pela atuação. Frequentou o Liceu Paulo Dias de Novais, o Salvador Correia e o Makarenko em Luanda, onde consolidou sua base educacional. Sua formação cultural foi enriquecida por experiências em Luanda, Lisboa, Maputo e até Ourique, Portugal, refletindo sua curiosidade e abertura ao mundo.

Carreira Artística
Orlando Sérgio iniciou sua carreira em 1994, destacando-se como o primeiro ator negro a protagonizar peças em Portugal, um marco em um contexto de dramaturgia predominantemente branca. Entre suas atuações notáveis estão o papel de Otelo em Othello de Shakespeare (1993, encenado por Joaquim Benite) e Os Negros de Jean Genet (2007 e 2016, encenado por Rogério de Carvalho). No teatro angolano, participou de produções como Woza Albert (2003, encenado por Miguel Hurst) no Elinga Teatro. No cinema, seus papéis em Cartas da Guerra (2016), Njinga Rainha de Angola (2013), Sandra, a Princesa Rebelde (1995) e Nossa Senhora da Loja do Chinês (2022) demonstram sua versatilidade. Também contribuiu com reflexões em documentários como Afro-Lisboa (1996) e Os Fantasmas do Império (2020), ambos de Ariel de Bigault.

Além da atuação, Sérgio colabora com artistas contemporâneos, como Kiluanji Kia Henda, desde a exposição Angola Combatente (2005) e a I Trienal de Luanda (2006-2007). Sua participação em projetos como o Fuckin’ Globo e o Espaço Sete & Meio reforça seu papel na dinamização da cena cultural de Luanda, ao lado de iniciativas como o programa de rádio À Sombra da Mulemba.

Engajamento Político e Social
Sérgio tem uma trajetória de envolvimento político, desde sua adolescência nos movimentos de extrema-esquerda ligados ao MPLA até sua prisão na cadeia de São Paulo após a morte de Agostinho Neto. Mais tarde, participou da campanha Liberdade Já e apoiou os presos políticos do caso 15+1 em 2015. Sua análise crítica e independente sobre a política, cultura e sociedade de Angola, Lisboa e Rio de Janeiro é amplamente respeitada, especialmente entre jovens que buscam seus conselhos.

Personalidade e Legado
Com uma presença imponente, mas equilibrada, Orlando Sérgio é conhecido por sua voz sábia, jovialidade e capacidade de conectar pessoas. Sua apreciação por longas conversas, histórias hilariantes e encontros com artistas e intelectuais reflete sua alma inquieta. Ele é uma ponte entre gerações, trazendo a experiência de momentos históricos como o 25 de Abril em Portugal e a independência de Angola para inspirar reflexões sobre liberdade e memória.

Sérgio continua a viver em Luanda, onde mantém laços profundos com a comunidade artística e cultural. Sua amizade de longa data com figuras como Kiluanji Kia Henda e sua dedicação a projetos independentes mostram que ele prefere a liberdade criativa à institucionalização. Orlando Sérgio é, acima de tudo, um artista e pensador que semeia questionamentos e provoca um espírito crítico, deixando um legado duradouro na arte e na sociedade angolana.

Orlando Sérgio
 Lúcia de Carvalho 0

Lúcia de Carvalho é uma alquimista, uma pesquisadora de sentido e despertadora de essência. Sua voz transmite vibrações que curam e transformam, ao passo que seu tambor faz ecoar as vozes dos antepassados, convidando a nos conectarmos com nosso eu mais profundo. Vozes e ritmos se unem ao serviço da beleza: aquela que vive em nós e aquela que nos rodeia. Para as almas prontas para soltar as amarras, o universo miscigenado de Lúcia de Carvalho atua como um farol que nos convida a manter a direção, apesar dos ventos e marés. Está tudo ali, resta apenas se deixar levar.

A menina nascida em Luanda certamente não suspeitava dos desvios improváveis ​​que o seu destino iria tomar quando ela ouvia sua mãe cantando para aliviar o fardo dos longos dias passados ​​criando suas cinco filhas sozinha. Ao partir para Portugal, leva consigo as três filhas mais novas e as coloca num centro que acolhia crianças, perto de Lisboa. Lúcia viveu lá por alguns anos, rodeada de brincadeiras, músicas e das mulheres que cuidavam delas. Ela tinha doze anos quando foi informada de que uma família iria recebê-las, ela e suas duas irmãs, na França. Ela chega então a Meistratzheim, uma pequena vila da Alsácia onde se adapta rapidamente, embora sentisse saudades de sua mãe que havia ficado em Portugal e de suas raízes africanas, as quais não quer esquecer.

Elas reaparecem de forma inesperada, quando um grupo de música brasileira, o Som Brasil, se apresenta em sua vila. Foi com este grupo que a Lúcia fez sua estreia musical. De corista a vocalista principal, ela se banhou por dez anos nos ritmos tradicionais brasileiros,incluindo dansa e tambor na sua expressão artística.

Em 2008, decidiu lançar-se em carreira solo escrevendo suas próprias canções. Três anos depois, seu primeiro EP “Ao descobrir o mundo” revela toda sua paixão pelo ritmo, seus amores brasileiros e seu desejo de fazer essa herança viajar, dando-lhe toques de rock ou reggae. Quem Sou? ela se pergunta em uma das canções. A questão atormenta a nossa aventureira que navega entre a França, suas raízes angolanas e o Brasil, a terra prometida. Ela conhece então Edouard Heilbronn, um jovem baixista francês que acabava de passar quase três anos do outro lado do mundo, encerrando sua jornada com uma longa estadia na cidade de Todos os Santos e Todos os Ritmos: Salvador da Bahia. E o que tinha que acontecer, aconteceu. Eles compartilham suas vidas e a música, trabalham juntos nas composições e percorrem os palcos oferecendo ao público toda a energia solar e radiante da Lúcia.

Em seguida, com a maquete de um novo disco em mãos, os dois embarcaram em uma longa jornada, tão musical quanto iniciática, pelo Brasil e Angola. Kuzola (“Amar” em Kimbundo) será o nome do disco (2016) e também de um documentário sensível e comovente que retrata a busca de Lúcia por suas raízes, oferecendo as respostas às perguntas sobre sua identidade : « as raízes são Angola, o caule Portugal, a flor Brasil, e a França é o solo que permite que esta flor cresça.» Depois da busca de sentido de Kuzola, ela parte em busca da essência.

Sempre em simbiose com Edouard Heilbronn, começa então a aventura deste terceiro album, gravado e mixado por Jean Lamoot no Studios Ferber em Paris. A África e o Brasil, claro, ainda estão lá, como o coração de quem vive e compõe batidas de tambores, encontrando palavras, melodias e ritmo simultaneamente. Um diamante bruto que seu parceiro lapida, enriquecendo-o com harmonias e imagens sonoras que fazem das músicas do disco verdadeiros filmes de viagens sublimados pela participação de artistas internacionais vindos do Brasil e de Angola.

Pwanga ni Puy? Luz ou escuridão? Pwanga ! « Luz » é o título do novo álbum de Lúcia de Carvalho que alia a suavidade ao poder, o sentido e a essência, a luz e as raízes profundas de uma árvore nascida na África, cujos ramos abraçam o mundo e florescem em 13 canções brilhantes e comoventes. Ela demorou para perceber, mas na verdade o seu nome anunciava sua vocação desde o início. Lúcia significa luz, do Carvalho (árvore) : a força da árvore. O que resume sua busca poética e humana: "Enraizar a luz".

Fontes:Luciadecarvalho.com

Lúcia de Carvalho
 Cef 0

Carlos Fernando Tange”CEF”(Cantor que faz palpitar o coração), e que tem (uma voz terrífica e sensual) é um cantor e compositor cuja música é uma fusão do R&B e Word Music.

Cef um jovem artista nascido aos 30/06/1986 começei a cantar com os meus 10(Dez)anos no grupo coral da igreja boa nova e por influência dos meus irmãos velhos TONY LAF & JACK KANGA passei a ouvir a musica norte americana nomeadamente os Boyz II man, k-c & jojo, Joe thomas, R.kelly,Stive wonder, e em angola ouvia Tony laf, jack kanga,Eduardo paim, Paulo flores, Andre mingas Filipe mukenga,N'sexy love,NB genios isso nos anos 90. Anos depois senti necessidade de aprender a tocar um instrumento musical e foi aprendendo a tocar guitarra com meu irmão TONY LAF que ja tocava. No ano 2003 participei no concurso de imitação estrelas ao palco cheguei a final mais não ganhei premio de vencedor mais ganhei uma grande experiência. Hoje sou um musico e lutando para conseguir se afirmar no meio do musical angolano.

Assim sendo senti a necessidade de começar a compor as minhas próprias musicas e em muitas que eu tinha escrito resolvi lançar a primeira musica que tem como o titulo (Pintor de Rua),Gracas a deus foi bem recebido pelo povo.Depois desta musica compus muitas outras que estiveram em outros projectos como:Mwini,Amor é pratico e Campeã.

A bem pouco tempo consegui ganhar o premio de( voz masculina revelação ano 2012 do Top Radio Luanda e Angola Music Awards) e foi pra mim um factor motivador pra eu continuar a trabalhar arduamente e fazer melhor do pouco que esto fazer.

O sucesso destas musicas levaram-me a participar em muitos eventos nacionais, shows e fui honrado em cantar na gala do top rádio Luanda.

Neste momento Tenho um disco no mercado,intitulado(Botão de rosa)em que foi comercializada no dia 03 e 04/08/2013.

Cef

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