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ARTIGOS

/images/noticias/poetisa-ginga-preta-enfrenta-recuperacao-dificil.jpg

Poetisa Ginga Preta enfrenta recuperação difícil após acidente e comunidade mobiliza apoio

Fonte Lea.co.ao Data 2026-04-25 09:58:20

Artistas e membros da comunidade literária unem esforços para ajudar nas despesas médicas da poetisa, que segue em fisioterapia após fraturas graves.

http://www.lea.co.ao/images/noticias/A-guerra-continua-entre-matias-e-salú_na_lea.jpg

A “saga” entre Matias Damásio e Salú Gonçalves continua nas redes sociais.

Fonte Lea.co.ao Data 2018-11-06 10:38:47

Matias Damásio não compareceu no Show do Mês do corrente mês o que espoletou uma avalanche de protestos nas redes sociais por desrespeito ao público que lá teve. O cantor alega de que havia avisado de antemão sua ausencia por desavenças com o apresentador do show neste caso Salú Gonçalves. Salú não se pronunciou pelo menos não oficialmente na net como fez Matias mas o fez durante o Show.

/images/noticias/Alvos Na Mira - Taniiury.jpg

Rap de Rua em Alta: Taniiury Apresenta 'Alvo na Mira' com Colaboração de Peso

Fonte Lea.co.ao Data 2025-08-16 09:53:37

O novo videoclipe mergulha no universo do Trap Drill com uma estética urbana marcante e uma colaboração que impõe respeito

Quem está na lea.co.ao

 Jofre Rocha 0

Escritor, poeta e jornalista angolano, Jofre Rocha, pseudónimo literário de Roberto António Victor Francisco de Almeida, nasceu em fevereiro de 1941, em Kaxikana, município de Icolo e Bengo. Mais tarde, foi viver para Luanda, onde fez a escola primária e parte dos estudos secundários.

Em junho de 1961, quatro meses depois da marcante revolta dos presos da cadeia de Luanda (4 de fevereiro de 1961) - que vai desencadear no início de uma guerra colonial que terá fim com a Revolução do 25 de abril de 1974 -, Jofre Rocha parte para Lisboa onde termina o 7.º ano do liceu.

Contudo, abertas as portas do avião, simbolicamente as portas que lhe dariam acesso ao aprofundamento da sua formação académica, o autor deparou com a repressão e o obscurantismo, personificados na figura da PIDE, polícia fascista portuguesa, que o deteve na cadeia de Aljube, durante quatro meses.

Findo este período, foi, de novo, enviado para Luanda, onde continuou preso até 1963, sem qualquer julgamento.

Retomada a liberdade, o autor, lutador convicto dos ideais nacionalistas e independentistas, empenha-se, juntamente com outros conterrâneos, na atividade política e é preso de novo. Tendo estado dois anos sem julgamento, é finalmente julgado no 2.º Tribunal Militar Territorial de Angola, em junho de 1965. Acusado de "atividades subversivas e atentado contra a segurança do Estado", é condenado a dezoito meses de prisão efetiva e três anos de medidas de segurança. Em julho de 1968, foi libertado definitivamente.

Seis anos mais tarde, já depois da proclamação da independência de Angola, foi nomeado para importantes cargos públicos e governamentais. Eleito deputado, presidiu à Assembleia Nacional.

Com muitos outros escritores angolanos, ajudou a fundar a União de Escritores Angolanos (UEA), tendo sido presidente da sua Assembleia Geral entre 1986 e 1997. Revelando, desde muito cedo, um forte apego às artes e às letras, Jofre Rocha começou por publicar alguns dos seus trabalhos no Órgão "O Estudante" do Liceu Nacional de Salvador Correia, de Luanda, em 1959.

Foi colaborador de vários jornais angolanos, nomeadamente da página "Artes e Letras" do jornal A Província de Angola, do Diário de Angola, do ABC e do O Lobito e Convivium os quais foram veículos dos seus poemas, crónicas e contos.

Enquanto jornalista profissional, iniciou a sua atividade fazendo parte da Comissão Redatorial de Angola na Revista, Órgão da Liga Nacional Africana que, suspenso no período da guerra colonial, retomou a sua publicação em agosto de 1974.

Poeta e ficcionista, Jofre Rocha, um dos nomes importantes da "Geração de 70" angolana, continuando a incidir na temática da guerra e da degradação social e económica que dela emerge, utiliza agora um discurso mais otimista que deixa perpassar a vida e o sonho, assente no desejo de construção e reconstrução nacional: " Vem irmão, seca as lágrimas nas pupilas/toma a minha mão amiga/ percorramos o mesmo trilho batido do fundo da floresta/... e à volta da árvore milenar à beira do caminho/ saudemos a alforria ansiada pela nossa geração."

Os seus textos figuram em antologias e publicações, tais como Angola, Poesia 1971; Cancioneiro Angolano, 1972; Poesia Angolana de Revolta, 1975; No Reino de Caliban, Antologia Panorâmica de Poesia Africana de Língua Portuguesa, 1976.

Fontes:Infopedia.pt

Jofre Rocha
 SSP 1

SSP (acrónimo de South Side Posse, que em português significa "O bando do lado sul") foi um grupo de rap angolano. Formou-se em 1992, sendo constituído pelos elementos Big Nelo, Paul G, Jeff Brown e Kudy.

Os SSP foram criados inicialmente na Alemanha onde residia Big Nelo, A partir do convívio dos jovens integrantes da banda. O grupo lançou-se depois em Angola em 1992, com um estilo musical marcado pelo rap e influenciado por vários outros géneros musicais (jazz, soul, funk, salsa e ragga). Inicialmente a sua atividade incidia principalmente em atuações ao vivo para comunidades, escolas, etc., utilizando a música e a dança como elo entre as culturas africanas e ocidentais.>

Após alguns anos de actividade, foi firmado em 1996 um contrato com a editora Vidisco, que levou à gravação do seu primeiro trabalho discográfico, intitulado "99% de Amor", cujo som foi caracterizado pela fusão de ritmos aliados ao rap. Os SSP transformaram-se assim no primeiro grupo de rap angolano a conseguir editar um trabalho discográfico, um marco importante na história do rap em Angola.

O segundo álbum, lançado em 1998, levou os SSP a uma digressão internacional que passou por Angola, África do Sul, Cabo Verde, Inglaterra, Portugal e Moçambique, país onde as vendas atingiram o disco de prata.

O terceiro álbum do grupo foi lançado em Fevereiro de 2000. A nova versão do tema "Sempre que amor me quiser" integra o álbum como a homenagem dos SSP e de Lena d'Água a Ramiro Martins, produtor do primeiro álbum do grupo e ex-marido de Lena d'Água, que faleceu durante as gravações do segundo álbum. Neste trabalho discográfico os SSP contaram com as participações de vários artistas convidados, como: TC, Boss AC, Gutto e Lucky-mc. O álbum foi inicialmente apresentado em Angola, num espectáculo em Março de 2000, tendo sido o primeiro grupo a conseguir lotar o pavilhão da Cidadela. A tournée seguiu depois com igual sucesso para Portugal, Macau, Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Inglaterra e Brasil.

"Amor e Ódio" foi o álbum que marcou o regresso dos SSP, tendo o grupo sofrido algumas mudanças: do alinhamento inicial ficaram apenas Big Nelo e Jeff Brown. Este álbum foi gravado em Portugal e no Brasil, abrangendo várias sonoridades e fusões musicais. Entre as composições de Amor e Ódio, estão algumas participações de artistas conceituados, como a do músico e compositor brasileiro Djavan no tema "Meu Bem Querer", de Max Viana no tema "Samurai", e do músico luso-caboverdiano Tó "TC" Cruz no tema "Dime Porque (Tu Te Vás)". Este trabalho conta ainda com dois samples de músicas do músico angolano Lucky-mc

"Momento da Trajectória" foi o álbum que marcou o fim do SSP, este álbum foi gravado em Portugal e no Brasil, abrangendo várias sonoridades e fusões musicais.

SSP
 Adão Zina 0

Adão Zina, nascido a 22 de março em Luanda, no bairro Petrangol, Distrito Urbano do Sambizanga, Comuna do Ngola Kiluanje, é filho de Agostinho Zina e de Josefa Maximiano.

Formado em Contabilidade e Gestão, é escritor, poeta e analista social.

É um exímio leitor que, desde muito cedo, cultivou o profundo hábito e gosto pela leitura, destacando-se particularmente na escrita. Divinamente, descobriu a veia poética que emanava em si.

É autor dos livros O Sentimento na Escrita, o seu primeiro poemário, editado e publicado pela Editora do Carmo no Brasil em 2016 e publicado em Angola em 2017 na Catedral do Livro, União dos Escritores Angolanos.

Publicou também O Gravador de Sentimentos, o seu segundo livro de poemas, com o selo da Editora Marco Editorial, no dia 17 de outubro de 2020, no Brasil.

Tem na forja, para breve lançamento, os livros intitulados Testemunho de um Coração e Makutos do Meu Bairro.

É membro do Movimento LevArte/Angola/Luanda, onde tem como missão humanizar o próximo por intermédio da arte, incentivando o hábito e o gosto pela leitura nas suas mais diversas representações culturais.

É agente cultural em programas de televisão, tendo sugerido livros para leitura em programas radiofónicos e televisivos, assim como sido convidado para debates nestes mesmos órgãos, com carácter sociocultural.

Tem treze (13) participações em antologias internacionais e nacionais, propriamente em Angola, Brasil, Portugal e Suíça, com diversos certificados e menções honrosas. É membro colaborador da Academia Lusófona de Letras na Suíça.

Foi o segundo (2.º) classificado do concurso Mãos que Falam, na categoria de poesia, do Projeto Alma Brasileira, em 2016, no Brasil.

Participou da edição zero do festival multidisciplinar e internacional Ntwala Oh Yeah, em Luanda, Angola, em julho de 2023.

Teve participação numa telesérie comunitária na Turquia para transmissão local.

Trabalha com produção e organização de eventos culturais, assim como com o agenciamento de artistas.

Possui diversas matérias e entrevistas em blogs, portais e sites nacionais e internacionais, todas ligadas ao seu trabalho literário.

Escreve mensalmente para a revista Oblívio, no Brasil, em versão digital e impressa; ao mesmo tempo, escreve para a revista Cultive trimestralmente, em versão impressa e digital, na Alemanha.

O divino dom de Deus levou-o em torno de ideias e reflexões. Hoje encontra-se profundamente mergulhado no mundo da literatura, destacando-se propriamente na escrita.

Adão Zina

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