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ARTIGOS

/images/noticias/3Finner oferece casa a mae do Mano Chaba.jpg

3Finner Cumpre Promessa e Entrega Casa à Mãe de Mano Chaba

Fonte Lea.co.ao Data 2025-01-30 02:02:51

Gesto solidário do cantor angolano emociona e inspira a comunidade artística.

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Katanha nova obra de Beni Dya Mbaxi chega ao Brasil

Fonte Lea.co.ao Data 2024-07-10 17:59:52

Cada vez mais as obras do jovem escritor angolano Beni Dya Mbaxi vem conquistando o país sul-americano, Brasil, com as suas obras literárias.

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Evento em Viana Celebra Aniversário e Lançamento de Videoclipe

Fonte Lea.co.ao Data 2025-04-27 14:22:06

Showcase de LEITOR encanta público e reforça talento musical

Quem está na lea.co.ao

 Beto de Almeida 0

Roberto Tiago da Silva de Almeida nasceu aos 8 de Novembro de 1976, na província do Kuando Kubango, tendo feito grande parte da carreira ao lado do irmão Moniz de Almeida.

Filho de pais protestantes, "Tchuma" (irmão), como era carinhosamente tratado nas lides musicais, iniciou a carreira na década de 1980, mas despontou no mercado no princípio dos anos 90, depois de juntar-se ao irmão Moniz de Almeida.

Ao lado deste produziu canções de grande sucesso, entre as quais "Yara", "Cara de Pau", "Amor Melaço", "Bandido", "É Duro", "Ngapa", "Guilhermina" e "Levarei Minha Viola".

Beto de Almeida despontou num contexto difícil da história de Angola, em que emergia o ritmo kizomba, juntamente com outras vozes, como Isidora Campos, Maya Cool, Gabriel Tchiema e o produtor Beto Max. Com a canção "Minha Viola" andou pelo país, animando guerrilheiros nas frentes de combate e ajudou a devolver a esperança a um povo ainda tomado pela guerra.

Tudo começou em 1985, altura em que participou no primeiro Festival Regional da Canção no Namibe, tendo arrebatado o primeiro lugar. Em 1986, participou no Festival Internacional da Canção Infantil, da Organização do Pioneiro Angolano, no Acampamento Pioneiro Augusto Ngangula, tendo se classificado em terceiro.

Três anos depois, transferiu-se para Luanda e juntou-se ao irmão mais velho Moniz de Almeida, dando início à dupla Irmãos Almeida.

Guiados pelo espírito de cantar as vicissitudes de um povo em guerra, decidiram actuar juntos numa primeira fase, passando o mais novo a participar nos espectáculos de Moniz. Em pouco tempo, a dupla explodiu e estourou nas rádios, com temas como "Tio Zé", "Sofrimento", "Paciência", "Chefe é Chefe", cantando o dia-a-dia do seu povo.

A saída da música "Paciência" foi um dos momentos marcantes do começo da carreira do artista, abrindo espaço para uma nova aventura e permitindo a gravação do seu primeiro CD a solo "Cara de Pau", em 1991.

No mesmo ano, fruto do sucesso deste tema, foi convidado a participar no Festival da Música da África Austral, realizado em Harare, capital do Zimbabwe.

Mais tarde, os dois irmãos decidiram montar o primeiro espectáculo oficial conjunto, apresentando-se em Luanda São Tomé e Príncipe.

Em 1996, o duo gravou o primeiro CD, em Lisboa, Portugal, intitulado "Kimbanda". O semba foi a marca mais expressiva deste disco, cujos temas de maior referência são "Vigarista" e "Amor Melaço", muito apreciados em todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Em 1999 lançaram no mercado o disco "Pico", do qual constam os temas "Ngapa", "Minha Viola" e "É Duro", produzidos na linha melódica do semba e lamento.

Em 2000 gravaram novamente em Portugal, agora o CD "Almeisi", do qual constam os temas "Guilhermina" e "Morainha", este último no estilo sungura, uma marca registada do duo.

A título individual, Beto de Almeida produziu e publicou várias canções suas e para outros músicos, tendo sido responsável pelo aparecimento e projecção de vários artistas mais jovens.

Constam deste leque os músicos Dog Murras, Nazarina Semedo, Isidora Campos, Jeff Brow, Kelly Silva, Yola Araújo, Esmeralda, Yeye, DJ Manya, Belinha, Maya Cool, Esmael, Fly, Euclides figueira, JP, entre outros.

A sua mais recente canção foi "Balumuka", produzida na linha melódica do afro house, um género novo na carreira do artista, que viria mostrar a sua versatilidade e capacidade de compor e interpretar de forma rápida qualquer género músical com que se deparasse.

O artista deixa viúva e quatro filhos.

Fonte:Angop

Beto de Almeida
 Hochi Fu 0

Hochi Fu, cujo nome completo é Ho-chi-min Gourgel Martins, nasceu em Luanda no dia 12 de março de 1977 no bairro do Alvalade. Ele é filho de António Martins e Vitória do Amaral Gourgel Martins. Hochi é divorciado e pai de três filhos. Sua carreira é marcada por uma trajetória multifacetada, e ele se destacou como um realizador angolano de vídeos e publicidade.

Hochi destacou-se como fazedor de vídeos musicais e publicidade e é responsável por mais de uma centena de vídeos musicais, tanto a nível nacional quanto internacional. Ele trabalhou com artistas angolanos e contribuiu para o sucesso de muitos videoclipes. Um exemplo notável é o vídeo do
Cabo Snoop - “Windeck”, que ganhou o prêmio da MTV e foi o primeiro na história de Angola.

Hochi Fu rapidamente transcedeu para para a Produção Cinematográfica onde embora tenha começado com equipamento amador, Hochi Fu evoluiu para se tornar um realizador de renome. Ele expressou o desejo de se dedicar à produção cinematográfica e tem como meta chegar a Hollywood. Sua experiência com mais de 120 vídeos o impulsionou a buscar novos desafios na indústria do cinema.

Hochi Fu também é bem conhecido como Caça-Talento e Transformador de Sonhos: Hochi Fu é conhecido como o caça-talento de Angola. Ele ajudou a transformar sonhos de jovens artistas em realidade, incluindo nomes como Cabo Snoop, Power Boyz e K-pinha. Seu trabalho não apenas elevou sua própria carreira, mas também impulsionou a visibilidade desses artistas no cenário público.

Hochi Fu é um profissional versátil que deixou sua marca na produção audiovisual em Angola, e sua busca por novos horizontes o levou a almejar Hollywood como próximo destino em sua carreira cinematográfica.

Hochi Fu
 Manuel Rui 0

Manuel Rui Alves Monteiro (nascido em 4 de novembro de 1941) é um escritor angolano de poesia, romances, peças de teatro e contos. Tem sido descrito como “o cronista por excelência da Angola pós-independência” através da ficção que apresenta “retratos subtis, complexos, pontiagudos e muitas vezes humorísticos de Angola desde os primeiros anos da euforia do MPLA, em que desempenhou um papel político”.

Manuel Rui nasceu em 1941 no Huambo (então Nova Lisboa), capital de Angola. Recebeu a educação primária e secundária no Huambo. Estudou na Universidade de Coimbra, em Portugal, onde licenciou-se em Direito em 1969. Ainda estudante, Rui participou em eventos literários e políticos e esteve dois meses preso em Portugal. Exerceu a advocacia em Coimbra durante a luta nacionalista pela independência de Angola. Fez parte do conselho editorial da Vértice, revista do Centro de Estudos Literários de Coimbra, onde publicou as suas primeiras obras de ficção em prosa no início dos anos 1970. Adicionalmente, fez parte do Conselho de Administração da Editora Centelha e trabalhou no Centro de Estudos Literários da Associação Académica de Coimbra.

No rescaldo do golpe militar português de 25 de abril de 1974, Rui regressou a Angola para servir como Ministro da Informação do MPLA no governo de transição estabelecido pelo Acordo de Alvor. Em seguida, foi o primeiro representante de Angola na Organização da Unidade Africana e nas Nações Unidas. Também dirigiu o Departamento de Orientação Revolucionária e o Departamento de Relações Exteriores do MPLA. Escreveu a letra do primeiro hino nacional de Angola, "Angola Avante!", A versão angolana de "The Internationale".

O livro de Rui, de 1982, Quem Me Dera Ser Onda, foi descrito como "um clássico da literatura angolana (e africana lusófona)". A obra abordou satiricamente os problemas sociais da época e foi traduzida para vários idiomas. Escreveu frequentemente para jornais e revistas angolanas e publicou alguns livros infantis. Rui leccionou na Universidade do Huambo e é um dos principais romancistas angolanos.

Fonte:Wikipedia

Manuel Rui

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