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ARTIGOS

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Beni Dya Mbaxi destacado entre influentes mundiais na obra "Moonlit Mavens", no Paquistão.

Fonte Lea.co.ao Data 2024-05-10 07:31:01

O jovem angolano, Beni Dya Mbaxi, escritor e ativista dos direitos das crianças e das mulheres, autor de sete livros, volta a ganhar destaque fora de Angola, desta vez, destacado numa obra onde destacam muitos influentes mundiais nas suas áreas de atuações. De lembrar que o livro foi escrito pela poetisa e ativista dos direitos das crianças e dos direitos da educação da mulher, a paquistanesa, Anila Bukhari.

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Noite & Dia assume erro do passado e reconhece Fofandó como a primeira kudurista

Fonte Lea.co.ao Data 2026-04-02 11:39:20

Cantora diz que só conseguiu crescer na carreira depois de aceitar quem abriu caminho no kuduro

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Morre a escritora e poetisa angolana Bel Neto aos 40 anos

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-19 02:38:32

Autora deixa um legado literário marcado pela sensibilidade, coragem e defesa das vozes femininas

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 Leonardo Shancara 0

Leonardo Shancara é um rapper angolano natural do Bairro Popular, em Luanda, e membro da produtora Yebba Entertainment. Iniciou a sua carreira musical em 2002, tornando-se uma das grandes promessas do rap nacional.

Ao longo dos anos, Shankara construiu um sólido portfólio musical, caracterizado por letras profundas e abordagens inovadoras dentro do rap angolano. Entre os seus trabalhos mais notáveis estão as mixtapes "Arquimedes", "Leão Bravo", e "Terceiro Testamento", todas gravadas por Osvaldo Brake e misturadas por Raiva Baby. A sua música é marcada por participações de artistas renomados como Ready Neutro, Raffix, Drunk Masta, Wip Boy, Chris Hamiwest, J Wime, Pewa Zara e Irina, fortalecendo o movimento da nova geração de rappers nacionais.

Em março de 2025, Shankara lançou a mixtape "Ninguém Tem Dinheiro Pra Comprar Isso" (NTDPCI), celebrando o seu aniversário com um novo projeto musical sob o selo da Yebba Entertainment. Este trabalho sucede o EP "Problemas do Coração", um projeto totalmente dedicado às questões emocionais e sentimentais, como ele próprio descreveu na introdução da obra.

Além das suas mixtapes, Shankara esteve envolvido na produção do videoclipe da música "Na Lei", ao lado de Extremo Signo e Ready Neutro. O vídeo, gravado pela produtora XL Filmes, contou com a participação da modelo internacional Yo Beirão, é um dos destaques da mixtape "Koreia da Morte".

Com um percurso artístico que se mantém ativo e relevante, Leonardo Shankara continua a reforçar o impacto do rap em Angola, consolidando-se como um dos grandes talentos da nova escola e prometendo surpreender os fãs com novas produções e colaborações.

Leonardo Shancara
 Gerilson Insrael 0

Gerilson Insrael (nome completo Jerónimo Insrael Alfinete) é um cantor, compositor, produtor musical, empresário e ator angolano, nascido a 3 de junho de 1994, em Amboim-Gabela, província do Cuanza-Sul, filho de João Alfinete e Florinda Francisco Alfinete. É reconhecido como uma das figuras mais influentes da música angolana contemporânea e um dos principais representantes da chamada “New School” da música urbana em Angola.

Formado em Design Gráfico, Gerilson Insrael revelou desde cedo uma forte inclinação para a música, paixão que se sobrepôs à sua formação académica. Iniciou a sua carreira musical por volta de 2005/2006, ainda no Cuanza-Sul, dando os primeiros passos no cuduro, género que marcou o início da sua identidade artística. Foi neste contexto que começou a ganhar notoriedade local, antes de se mudar para Luanda, motivado pela ambição de crescer artisticamente e alcançar projeção nacional.

A convivência e o apoio do humorista angolano Kotingo foram determinantes para a sua afirmação inicial na capital. Com o tempo, Gerilson Insrael passou a destacar-se pela sua energia em palco, carisma e capacidade de adaptação musical, integrando influências do kuduro, kizomba, zouk, R&B, dancehall, rock, rap, reggaeton, funk e música eletrónica. Essa fusão resultou numa sonoridade própria, frequentemente classificada como “ghetto zouk”, combinando lirismo inspirado no quotidiano urbano com bases sonoras dançantes e contemporâneas.

O primeiro grande impacto nacional surgiu com o sucesso “Makumba”, mas foi a partir de 2017 que a sua música começou a ter forte difusão nos meios de comunicação e nas pistas de dança. O estrelato consolidou-se em 2018, com temas como “Minha Bebâda” e “Fico Buluzento”, que lhe garantiram grande popularidade junto de diferentes faixas etárias do público angolano.

Em 2019, lançou o álbum “Protótipo”, escrito e coproduzido por si, que inclui êxitos como “Casa Comigo”, “Grito do Tarzan” e “Carne com Jindungo”, consolidando-o como um dos artistas mais acarinhados do país e ampliando a sua projeção internacional, sobretudo no espaço lusófono. Seguiram-se outros projetos de destaque, incluindo o álbum “Veracidade”, lançado em 2021, que reforçou a sua maturidade artística e versatilidade musical.

Paralelamente à carreira artística, Gerilson Insrael fundou a sua própria produtora, a XB Label, através da qual passou a investir fortemente na produção audiovisual, sendo apontado como um dos artistas que mais contribuíram para a elevação do padrão estético e técnico dos videoclipes em Angola. A sua atuação como produtor e empresário teve impacto direto na profissionalização do setor musical.

Gerilson Insrael mantém uma presença muito ativa nas redes sociais, onde partilha momentos da sua carreira, conquistas pessoais e vida familiar, destacando frequentemente o valor da família, da fé e do trabalho. Essa proximidade com o público reforçou a sua imagem de artista popular e acessível.

Ao longo da sua carreira, foi várias vezes distinguido em prémios e votações públicas. Destaca-se a sua participação consecutiva no Top dos Mais Queridos, concurso anual promovido pela Rádio Nacional de Angola, no qual figurou por dois anos seguidos entre os três primeiros colocados, concorrendo com temas como “Casa Comigo”. Numa dessas edições, alcançou o terceiro lugar, resultado que lhe rendeu amplo reconhecimento e um prémio monetário significativo.

Outro marco importante da sua trajetória ocorreu a 8 de dezembro de 2013, data em que realizou a sua primeira sessão de venda e autógrafos a solo, na Gabela, com a obra “Pinturas Cor-de-Rosa”, que contou com 13 faixas e esgotou as 200 cópias disponíveis no local. O artista costuma recordar esse momento como decisivo na construção da sua identidade musical e profissional.

De acordo com dados do Google Trends, Gerilson Insrael figurou entre os nomes mais pesquisados em Angola, especialmente em 2021, liderando as consultas em várias províncias como Huíla, Huambo, Benguela e Luanda, o que evidencia o seu impacto cultural e popularidade contínua.

Reconhecido pela crítica e pelo público como um dos artistas angolanos mais promissores da sua geração, Gerilson Insrael continua a desempenhar um papel central na evolução da música urbana angolana, combinando inovação sonora, forte presença mediática e uma carreira marcada por consistência e crescimento contínuo.

Gerilson Insrael
 Teddy Nsingi 0

Simão Nsingi, conhecido artisticamente como Teddy Nsingi, é um dos guitarristas mais respeitados e influentes da música angolana. Nascido em Maquela do Zombo, província do Uíge, a 26 de abril de 1954, Teddy iniciou sua trajetória musical aos 9 anos, cantando no coral da Escola Primária. Ainda criança, refugiou-se com os pais no então Congo Belga (hoje República Democrática do Congo), onde aprendeu os primeiros acordes de guitarra e mergulhou no circuito artístico local.

No Congo, Teddy integrou agrupamentos de prestígio como a OK Jazz de Francó e a Sosoliso do Trio Madjesi, tendo gravado com músicos consagrados como Michel Boyibanda e Mbole Tambwe. Em 1974, tornou-se guitarrista solo da orquestra Sakayonsa, com a qual gravou seis singles nas edições Moninga, alguns dos quais foram posteriormente reeditados em Angola pela etiqueta Músicas de Angola.

Em 1976, regressou a Angola e passou a integrar o grupo Inter-Palanca, formado por músicos angolanos residentes no então Zaire, liderado por Matadidi Mário Bwana Kitoko. Com o conjunto, gravou temas marcantes como Volta Camarada, Café e A Nossa Terra é Boa, apresentados ao público no Pavilhão da Cidadela em novembro do mesmo ano. Essas obras tornaram-se símbolos da revolução musical pós-independência.

Em 1981, foi escolhido como guitarrista solo da Orquestra Instrumental 1º de Maio, criada pela central sindical U.N.T.A., permanecendo até a transformação do projeto em Semba África no início da década de 1990. Com o fim dessa formação, Teddy atuou como freelancer em grupos como Banda Madizeza, Jovens do Prenda e Novo Horizonte. Em 1999, sob a égide do Movimento Nacional Espontâneo, participou da fundação da Banda Movimento, ligada à Rádio Nacional de Angola.

Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Teddy Nsingi colaborou com artistas renomados como Botto Trindade, Carlitos Vieira Dias e Brando, além de dividir o palco com diversos guitarristas da cena nacional. Seu estilo único, técnica refinada e sensibilidade artística renderam-lhe distinções como o Prémio Artes Cruzadas, na categoria Instrumentista do Ano.

Actualmente, Teddy Nsingi é um dos nomes mais solicitados do mercado musical angolano e um ícone da Banda Movimento e da Banda Show do Mês, continuando a promover a cultura e a identidade angolana através das cordas da sua guitarra.

Teddy Nsingi
 Bangão 0

Luanda- O músico angolano Bernardo Jorge Bangão” morreu na madrugada de domingo, na África do Sul, vítima de doença.

O músico que padecia de uma doença do fórum hepático fora evacuado em Fevereiro do ano em curso para a África do Sul, onde esteve internado até a sua morte.

Dono de uma longa e rica carreira artística, Bangão é um dos músicos mais referenciados do mercado nacional, fruto dos seus dois últimos discos “Sembele” e “Cuidado”.

Exímio executante do estilo semba, que no suporte textual das suas canções apresenta narrativas autênticas de ocorrências do quotidiano angolano, Bangão pisou pela primeira vez um palco a 18 de Outubro de 1978, como elemento do grupo os Gingas Kakulo Kalunga.

Na sua carreira artística, passou pelo agrupamento “Tradição”, em 1974, que integrava, entre outros, Alaito (tumbas) e André Lua (voz).

De 1976 a 1977 integrou, como vocalista, o grupo Processo de África, com Guncha (tumbas), Artur Décimo (viola baixo), Alaito (bateria) e Abílio (viola ritmo). No entanto a sua primeira grande aparição pública ocorre a 18 de Outubro de 1978, como integrante do grupo Os Gingas Kakulo Kalunga.

Em 1996, venceu o prémio Liceu Vieira Dias, com o tema “Kibuikila” (Peste), acompanhado pela Banda Movimento. Em plena ascensão da carreira Bangão é convidado, em 1999, a fazer parte da Banda Movimento, sempre como vocalista.

No mesmo ano, ganhou a primeira edição do concurso Semba de Ouro, com a canção “Kangila” (pássaro agoirento) e afirmou-se como cantor e compositor de inequívocos créditos firmados.

O ano 2003 consagrou Bangão como um dos maiores intérpretes da música popular angolana. Neste ano, no Top Rádio Luanda, ganha os prémios da música do ano, com o tema “Fofucho”, voz masculina do ano e é reconhecido com o prémio preservação pela sua incessante defesa da música popular angolana.

Em 2005 venceu o Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Nascido a 27 de Setembro de 1962, no bairro Brás, no actual distrito urbano do Sambizanga, em Luanda, onde inicia a carreira musical, Bangão já participou em espectáculos realizados em Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, onde dividiu o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.

Fonte: Angop

Bangão

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