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ARTIGOS

/images/noticias/Phil Collins em show de reuniao do Genesis.jpg

Phil Collins fala sobre saúde, frustrações e esperança de voltar a criar música

Fonte Lea.co.ao Data 2026-01-21 23:04:16

Em entrevista recente, o lendário músico reflete sobre anos difíceis marcados por problemas de saúde, celebra a sobriedade e não descarta um retorno ao estúdio, segundo a Rolling Stone.

/images/noticias/Apoio-Wyma-Nayobe.jpg

Rappers e produtores unem-se para apoiar Wyma Nayobe em evento solidário

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-07 13:20:32

Quintas de Hip Hop organiza homenagem para ajudar a lenda do rap angolano, que enfrenta problemas de saúde

/images/noticias/obra literara Katanha.jpg

Beni Dya Mbaxi apresenta a sua nova obra literária "Katanha" em Luanda, Angola.

Fonte Lea.co.ao Data 2024-09-24 23:53:15

O escritor angolano Beni Dya Mbaxi apresentou sua mais recente obra literária, "Katanha", publicada no início deste ano em São Paulo, Brasil, pela editora Cintra, responsável pela distribuição de seus livros no país.

Quem está na lea.co.ao

 Abreu Paxe 0

Abreu Paxe, nasceu em 1969 no vale do Loge, município do Bembe província do Uíge, Angola. Licenciou-se no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), em Luanda, na especialidade de Língua Portuguesa onde é docente de Literatura Angolana nesta mesma instituição.

É membro da União dos Escritores Angolanos (UEA) e venceu o concurso "Um Poema para África" em 2000.

Desde tenra idade desenvolveu o gosto pela literatura, começando por ler livros de literatura infantil.

Iniciou a sua carreira como escritor com aproximadamente 12 anos, quand participar num concurso literário que surgiu na escola. A sua participação teve como principal objectivo de estimular e cultivar o gosto pela literatura nos seu colegas.

Abreu Paxe escolheu elegeu a poesia em detrimento da prosa, por considerar a poesia mais livre e mais aberta que a prosa.

Em 2000 com o poema com o intitulado "Na ternura do cerco", Abreu Paxe venceu o concurso "Um poema para África", iniciativa do Ministério das Relações Exteriores com o apoio da Rádio Nacional de Angola.

Foi animador do Cacimbo do Poeta na sua 3ª. edição, actividade organizada pela Alliance Française, por ocasião da dia da África. Figura na Revista Internacional de Poesia "Dimensão n. 30 de 2000, na antologia dedicada à poesia contemporânea de Angola, editada em Uberaba, Brasil.

No Brasil, foi publicado nas revistas Dimensão (MG), Et Cetera (PR) e Comunità Italiana (RJ), Portugal, na antologia Os Rumos do Vento (Câmara Municipal de Fundão).

Em 2001 foi capa na Revista Internacional de Poesia edição número 30, uma das mais prestigiadas revistas de difusão de poesia. Nesta edição foram divulgados vário poetas na sua maioria angolanos. Em Setembro, participou também na 22ª Bienal Internacional de Poesia em Liége-Reino da Bélgica.

Ao longo da sua carreira poéticas, publicou inúmeros textos, sendo que em 2003 publicou a obra "A Chave no Repouso da Porta" uma compilação que reuniu 42 poemas.

Fontes:Lusofoniapoetica.com

Abreu Paxe
 Selemi 0

Selemi, pseudônimo de Pedro Malanguila Kunga, é um cantor, compositor e artista independente angolano, nascido em 8 de fevereiro de 2005, na cidade de Luanda, Angola. Reconhecido por sua versatilidade, Selemi destaca-se na fusão de estilos musicais como rap, R&B e afrobeat, consolidando sua presença no cenário musical com uma abordagem única e autêntica que reflete suas experiências, sentimentos e a rica cultura angolana, com o objetivo de inspirar e conectar pessoas.

Sua jornada musical começou com um interesse precoce por freestyle, praticado ao lado de amigos, onde desenvolveu suas próprias ideias e letras. Em 2020, integrou-se a um grupo chamado "Lil's" (pequenos), formado por amigos, adotando o estilo rap e gravando cinco músicas, incluindo a destacada "Senti o Flow". Apesar de o grupo ter durado apenas quatro meses, a separação por diferenças de caminhos motivou Selemi a seguir carreira solo, determinado a construir seu próprio legado.

Em 2022, lançou sua primeira música solo, "Marca da Gucci", no estilo rap/drill, recebendo elogios e apoio de amigos e parentes. Nesse mesmo ano, realizou sua primeira entrevista na rádio Supira, apresentando suas obras.

Em 2023, consolidou-se ainda mais com o lançamento dos singles "Modo Zebele & Gangster feat (Stark Wo)" no estilo drill melódico, ganhando destaque nas redes sociais e convites para atuações em atividades escolares. Entre suas outras faixas populares estão "Volta", "É Só Djo" e "Selemi feat Stark - Gangster", que reforçam seu crescente impacto.

Atualmente, Selemi segue sua carreira de forma independente como um artista da nova geração, trabalhando com paixão e criatividade para construir uma trajetória sólida.

Seus recentes singles, "Vida Minha" e "Volta", exemplificam seu foco contínuo em trazer músicas novas e de qualidade, com a promessa de contribuir significativamente para o cenário musical angolano e internacional.

Selemi
 Calili 0

Com 7 anos, ensaiava acordes de guitarra. O pai fez parte do grupo Copacabana, contemporâneo do Ngola Ritmos, e animavam festas com Sambinhas, Baião e outros sons que tocavam nas vitronas, sem esquecer as sonoridades locais.

Foi no Liceu Salvador Correia que foi aumentado o gosto pela música, em 1964, apreciando o Conjunto de música moderna Os
Jovens do Prenda, formação onde despontava, dentre outros, Filipe Mukenga e animavam as festas da comunidade estudantil. Outro catalizador foi o facto de se tornar próximo de Marito dos Kiezos, na altura namorado de sua prima e que aos 14 anos ofereceu-lhe a sua primeira guitarra. “Eu chamava a minha prima e acedia aos pedidos do Marito e ele dava-me uns toques de guitarra.

Em 1977 deixou a formação militar e ingressou nos Kiezos, cruzando com músicos de pesos, para alegria do seu agora cunhado, Marito. Teve a felicidade de tocar com feras como Juventino, Vasto Lemos, Adolfo Coelho, Kituxi, Vate Costa, Zeca Tirilene e volta na viola-ritmo. "Nesta fase acompanhei grande parte dos artistas individuais porque Os Kiezos eram pau para toda obra e foi na altura em que António Paulino lançou o Pontapé.

Calili
 Felitcheck Pró 0

Josué Inácio Paixão, conhecido artisticamente como Felitcheck Pró, é um jovem talento de 18 anos que está rapidamente ganhando destaque no mercado audiovisual angolano. Atualmente, ele é considerado um dos videomakers mais requisitados da nova geração de profissionais da área, com uma carreira promissora em ascensão.

A paixão de Felitcheck pela edição e direção de cinema começou desde muito jovem. Seu primeiro contato com equipamentos de gravação aconteceu entre os 11 e 12 anos, quando começou a editar vídeos com imagens e vídeos encontrados em computadores, HDs e pen drives. O interesse por videomaking cresceu quando um amigo lhe permitiu usar uma câmera de pilha para fazer seus próprios vídeos, que ele mesmo editava. Esse foi o ponto de partida para o que viria a se tornar uma carreira de sucesso.

Felitcheck já teve a oportunidade de trabalhar com artistas renomados da cena musical angolana e internacional, como Calema, Preto Show, Lurhany, Lesliana Pereira, Kotingo, Rui Silva, entre outros. Sua dedicação e talento conquistaram ainda a confiança de marcas conceituadas no mercado.

Quando questionado sobre o segredo de seu sucesso, Felitcheck respondeu de maneira simples e modesta: “Até agora não sei, só sei que quando eu pego para fazer, faço mesmo e todo mundo deseja trabalhar comigo.” Esse compromisso com a excelência é evidente em seus trabalhos, que incluem videoclipes como “Num Tem Flow” de Lurhany, “Anéis de Saturno” de Sdjey, e os quatro videoclipes do projeto Banger Gang, além de “Manda Lixar Tudo” de Preto Show.

Apesar do reconhecimento que vem recebendo, Felitcheck é humilde e sabe que ainda está no começo da sua carreira. “Recebo muito feedback positivo, especialmente de jovens da minha idade, que me dizem que se inspiram em mim e que um dia gostariam de trabalhar comigo. Isso é muito gratificante, mas sei que tenho muito mais a conquistar”, disse.

Felitcheck vê no Director X, produtor canadense de artistas como Justin Bieber, Drake e The Wanted, uma grande inspiração. Seu sonho é alcançar o nível de sucesso do astro canadense, e ele ficou ainda mais fã do diretor quando, pela primeira vez, viu uma história de Instagram do próprio Director X. “Ele é praticamente a minha fonte de inspiração, e quando isso aconteceu fiquei ainda mais fã. Gostaria de alcançar o nível dele”, revelou.

Com seu talento em constante evolução, Felitcheck Pró está pronto para deixar sua marca no mercado audiovisual, não apenas em Angola, mas em todo o cenário internacional.

Felitcheck Pró
 Titica 0

Titica, é uma cantora, compositora, dançarina e atriz angolana que se tornou um ícone do estilo kuduro em Angola.

Com o sucesso do seu primeiro trabalho como cantora, em 2012 Titica foi indica à categoria 'Melhor Artista Feminina da África Austral' do KORA All Africa Music Awards, a principal premiação de artistas da música no continente africano. Sendo nomeada "Melhor Artista de Kuduro" do ano de 2011.

Titica, uma das mais exuberantes e amadas cantoras Angolanas. Referida pela imprensa portuguesa como a Diva do Kuduro, a cantora esteve no país europeu em 2017 para divulgar sua nova música "Docado", que conta com a participação de Osmane Yakuza.

Considerada uma das artistas mais promissoras da África, no ano seguinte ao lançamento de seu primeiro álbum Titica foi indicada ao Prêmio Kora All Africa Music Awards de 2012 - o principal prêmio de música do continente africano, no qual concorreu pela categoria Melhor Artista Feminina da África Austral.

The Guardian” pela genial artista internacional, Bjork, como uma das suas influências musicais, esta mulher, que alia uma enorme força e uma carismática personalidade a um optimismo inabalável, chega a Portugal para apresentar o seu novo single “Docadó”, com um vídeo onde o furacão Titica surge numa fusão do seu inconfundível kuduro com o coupé décalé da Costa do Marfim.

Em outubro de 2013, Titica, juntamente com o músico C4 Pedro, foi escolhida Embaixadora Nacional da Boa Vontade pela UNAIDS - programa da Organização das Nações Unidas orientado ao combate à epidemia de AIDS. De acordo com a UNAIDS, a popstar Titica tem sido afetada pelo estigma e pela discriminação por ser uma pessoa transexual, e pode transformar sua experiência em uma mensagem positiva de mudança de atitudes em Angola.

No Brasil, a cantora angolana tem sido presença constante desde 2012, tendo participado de diversos shows e festivais, como no Viradão Carioca (Rio de Janeiro, 2012), 'Mês da Cultura Independente' (São Paulo, 2015), Favela Sounds (Brasília, 2017), e também em programas de TV de grande audiência, como o Mais Você (2012), Esquenta! (2013), Encontro com Fátima Bernardes (2017)

O ponto alto de sua relação com o Brasil foi a parceria com o grupo BaianaSystem, da qual se originou a música 'Capim Guiné' que também contou com a participação da cantora brasileira Margareth Menezes. A música, que mistura sonoridades das periferias da Bahia e de Luanda, também ganhou um videoclipe.

Aprofundando essa parceria, o grupo brasileiro, que havia sido escalado para se apresentar no Rock in Rio, maior festival de música do mundo, conviou a artista angolana Titica para uma participação especial em seu show no festival.

Com isso, Titica fez história ao se tornar, ao mesmo tempo, a primeira representante da cultura angolana e a primeira artista transexual a participar do maior festival de música do mundo.

A apresentação do grupo brasileiro com a artista angolana, ocorrida em 22 de setembro de 2017, na cidade do Rio de Janeiro, foi aclamado pelo público e pela crítica. De acordo com a Revista Rolling Stone, a participação da cantora angolana acrescentou ao aspecto dançante, amarrando uma apresentação que provou como é possível ser contagiante sem ser convencional.

Diversos outros veículos de imprensa teceram análises positivas quanto à crítica social contida na letra de 'Capim Guiné', ao caldeirão de influências sonoras e destacando que Titica conquistou a galera com seu carisma. O canal de televisão Multishow destacou que a química entre os artistas, misturando o som moderno da Bahia com o tradicional kuduro angolano deixou a plateia em transe - o público respondeu à parceria com empolgação e dançou muito.

Titica

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