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ARTIGOS

/images/noticias/autor-angolano-transforma-dor-em-esperanca-com-nova-obra-literaria.jpg

Autor angolano transforma dor em esperança com nova obra literária

Fonte Lea.co.ao Data 2026-04-25 09:34:27

Paulo Francisco Gonçalves, conhecido como Poeta Falso, relata uma trajetória marcada por perdas, rejeições e superação até ver o seu manuscrito finalmente aprovado por uma editora.

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Salú Gonçalves confirma regresso à rádio e televisão, mas mantém segredo sobre o novo canal

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-15 14:33:21

Conforme publicado pelo Platinaline, comunicador prepara retorno após dois anos afastado dos ecrãs e microfones

/images/noticias/Da Literatura ao Teatro Infantil - A ultima Masoxi.jpg

Da Literatura ao Teatro Infantil, Uma Obra de Superação e Resiliência

Fonte Lea.co.ao Data 2024-11-10 23:59:56

A emocionante narrativa do jovem autor angolano Beni Dya Mbaxi é transformada em uma peça teatral musical para crianças, abordando temas profundos com sensibilidade e trazendo uma mensagem de esperança.

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 Heloísa Jorge 0

Heloísa Jorge nasceu em Chitato, provincia da Lunda Norte é uma atriz e diretora angolana naturalizada brasileira. Ficou conhecida no Brasil ao interpretar Laura na telenovela A Lei do Amor, na Rede Globo.

Filha de um brasileiro e de uma angolana, mudou-se para o Brasil aos dez anos de idade, junto ao seu pai e um irmão, como refugiada da Guerra Civil Angolana, não conseguindo trazer sua mãe e seus três irmãos, que ficaram em seu país natal. Ela só os reencontrou já adulta, porém sua mãe faleceu pouco tempo após o reencontro, e seus irmãos passaram a viver no país. Passou a infância e a adolescência em Montes Claros, Minas Gerais, terra natal de seu pai. Em entrevistas revelou ter sofrido racismo na escola, e bullying por ser africana, revelando que há muito desconhecimento sobre a cultura de seu país. Após completar o ensino médio, mudou-se com sua família para Salvador, onde cursou artes cênicas na Universidade Federal da Bahia.

Contou em entrevista que reconheceu-se como mulher negra e bonita em Salvador, e que lá o povo sente orgulho de sua raça, o que a fez melhorar bastante sua autoestima, e que sentia estar novamente na África quando morava na Bahia, devido as semelhanças entre o povo e a cultura. Heloísa Morou na capital baiana até seus vinte e oito anos, quando mudou-se sozinha para o Rio de Janeiro, onde reside atualmente. A atriz é discreta quanto aos seus relacionamentos pessoais, e já foi vista em companhia de homens anônimos e famosos, mas não assumiu nenhum relacionamento sério.

Sempre querendo ser atriz, após formar-se em artes cênicas e realizar cursos de teatro, trabalhou por alguns anos em peças teatrais, quando estreou na televisão no ano de 2012, na telenovela Gabriela, onde a sua personagem era a empregada Fabiana, que mantinha um caso com o patrão.[carece de fontes] Devido ao inicial sucesso no Brasil, foi convidada em 2014 para viver protagonista da novela angolana Jikulumessu. Sua personagem, a protagonista Djamila Pereira, foi um sucesso da crítica e do público, e popularizou o penteado black power entre as angolanas.[carece de fontes] A atriz informou ser importante que desconstrua-se o preconceito e estereótipo de beleza, e que as negras aceitem seus cabelos naturais, o que ainda é um tabu em seu país natal. De volta ao Brasil, destacou-se em duas novelas no ano de 2016: Na trama A Lei do Amor, como a empresária Laura, que é uma das vilãs, que tenta separar o casal de protagonistas, e Liberdade, Liberdade, onde viveu a escrava vingativa Luanda, coincidentemente o nome da capital de seu país. Em 2019 atua em A Dona do Pedaço interpretando a fisioterapeuta Gilda, mulher carente e possessiva, casada com Amadeu, o protagonista da trama, e que fará de tudo para não perder o amor dele.

Fonte:Wikipedia

Heloísa Jorge
 Yannick Matos 0

Yannick Matos, nascido aos 17 de Maio de 1988, em Luanda, aos 6 anos conheceu Zé Maria Boyoth como seu professor de música que o inspirou a aprender instrumentos musicais tendo seu primeiro contacto com o piano.

Com o passar do tempo e pouca experiência na área, aos 15 anos declara-se ouvinte assíduo do estilo Rock e Blues onde decidiu então aprender a tocar guitarra e posteriormente formar banda tendo sido membro de várias bandas até a formação da sua banda actual de nome
Ovelha Negra (Banda que já participou nos A.M.A. Angola Music Awards 2018).

No meio desta formação organizou trabalhos de vídeo e fotografia junto de seu amigo Osmar Edgar Silvério, onde fundaram a Kizaka Imagens e criaram um documentário curta-metragem de título: “O Pescador”. Desde então, esteve em hiato preparando-se para melhores trabalhos até ser convidado pela Khristall Áfrika para contracenar e co-produzir o filme “A Jamaikana” sendo este o seu último trabalho até ao momento.

Yannick Matos
 Coréon Dú 0

Coréon Dú é um cantor e produtor angolano.

Em 2010, Coréon lançou o seu álbum de estreia, “The Coréon Experiment”, uma fusão de sonoridades que reflectem as suas principais influências musicais, misturando o Pop com o Semba, Jazz, Kilapanga, Funk, Bossanova, Rock, Kuduro, ritmos latinos e Kizomba. O disco recebeu boas críticas e impulsionou uma tournée internacional em festivais de Jazz, incluíndo uma performance no mundialmente reconhecido Festival de Jazz de Madrid, em 2012, que transportou Coréon Dú para o mercado internacional.

Em 2013 lançou “The We Dú Experiment”, um álbum de remixes que mostrou novas interpretações das suas músicas, desenvolvidas por uma extensa lista de colaboradores, que inclui Phil Asher, Daniel Haaksman, DJ Spooky, DJ Satellite, Luiz Brasil, José de Divina, Elias de Menezes, Jerry Charbonier , Lenni Sez e Nuno Mendes.

Além dos seus próprios trabalhos, Coréon Dú tem também sido convidado para duetos com músicos como Os Namayer, Leo, Filipe Mukenga & Filipe Zau, Noite e Dia e Maskarado. Recentemente, Coréon fez a abertura para o célebre músico brasileiro, Seu Jorge, em Outubro de 2013, em Luanda (Angola), actuou no Winter Music Conference 2011, em Miami, na primeira edição do festival LusoFone, em Braga, Portugal, em 2013, no FestiSumbe 2013 e no Luanda International Jazz Festival, em 2012.

O trabalho criativo de Coréon, for a da indústria musical tem também vindo a merecer a atenção internacional. Criador e produtor da novella angolana “Windeck”, foi nomeado para um prémio Emmy internacional, na categoria de Melhor Telenovela. Windeck foi exibida em Angola, Portugal, Cabo Verde e Moçambique, tendo recebido óptimas críticas, tanto do público como da crítica, ao mesmo tempo que bateu recordes de audiência.

Ainda que inspirado por uma enorme variedade de artistas e estilos, Coréon Dú explora a fusão entre elementos angolanos e sons internacionais. Os seus videoclips têm sido também um reflexo disso mesmo e do seu profundo interesse em arte e em moda.

fonte:Site oficial

Coréon Dú
 Luzingo 0

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino

Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo ano lançou o seu primeiro EP a solo, “Aielo”, com o selo da Music In My Soul, e integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Luzingo & Linto. Na recta final de 2016 surge com um novo trabalho homónimo, novamente pela mão da Music In My Soul.

Luzingo
 Uncle Jay 0

Influenciado pelo irmão mais velho nos anos 90, Mauro jorge conheceu o rap. Acustumado a sentir o ritmo apaixonei-me por este estilo e enrraizei-me. Assim conheci os 4 lados deste veiculo educativo (hip hop), gravei a minha primeira musica em 1997 no estudio dos irmãos Yon e o Yunha na escola Ngola Canini.

No ano de 1998 fui estudar na escola Jinga Mbande onde conheci outros mc's, e apartir de aí comecei a fazer freestyles, onde sempre me destaquei. As pessoas apostavam sempre em mim, não desisti, já em 1999 no Macarenco, junto com outros bons rappers formavamos rodas, rimavamos com humildade, era um movimento a parte. Ouvi falar de outras concentrações como as sextas na sagradas familia. Evolui com base nisto, no ano de 2000 junto com Sniper, Killah O e P.M.G, formamos o grupo Killah Rhymes, com uma produção minha direcionada com pianno tocado por Nikila do ( Esquadrão 8) demos rumo a causa que defendiamos.

Tendo dado uma pausa ao grupo nos finais de 2001 e assim em 2002 fui conciderado o 1º campeão de freestyle pelo programa big show cidade, apartir de ai o caminho estava mais claro,em 2006 lancei a minha primeira obra discografica intitulada Procura-se, com 19 faixas produzidas por Mário Pinho AKA Kqoveiro,no estudio forno, "ai sim conciderei-me um real (MC)".

Atualmente mestre de cerimonias e membro do grupo Os Reais camaradas, onde juntos formamos 1 só. Temos uma obra no mercado intitulada "Xtrilho Guda" que veio com o intuito de mostrar a verdadeira excencia do rap. Desde 2010 que faço parte da banda
M'vula, uma banda que mistura o Rap eo Rock como base.

Em Outubro de 2021 Lil' Jorge passou a se chamar Uncle Jay para a sua carreira a solo.

Uncle Jay

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