A informação foi prestada pelo ministro da Defesa Nacional, João Lourenço, no final da visita ao Memorial Pentágono, num breve balanço da jornada desta quarta-feira em Washington, marcado pelo acordo rubricado com o seu homólogo norte-americano, o secretário de Estado da Defesa James Mattis.
Segundo o governante angolano, um evento desta natureza carece sempre que se tenha plenos poderes para assinar, razão pela qual o responsável norte-americano ressaltou o facto de o Presidente José Eduardo dos Santos ter autorizado e concedido os “tais plenos poderes para que o ministro da Defesa pudesse realizar o acto que teve lugar esta manhã”.
João Lourenço reforçou que a partir de agora, com a assinatura do Memorando de Entendimento, estão abertas todas as possibilidades nos acordos em diversos domínios que forem considerados importantes para os dois países. Disse que a sua delegação foi “muito bem recebida” pelas autoridades americanas.
Para o dirigente angolano, que dedicou parte da manhã visitas ao Cemitério Nacional de Arlington, no Estado da Virgínia, onde depositou coroa de flores num túmulo de soldado desconhecido, o país vai doravante dar os passos necessários no sentido de tornar realidade aquilo que foi assinado.
Embora não tenha precisado o dia e mês, João Lourenço disse que os norte-americanos vão constituir comissão técnica para se deslocar a Luanda e materializar o pretendido pelos Estados Unidos da América.