A revelação foi feita ontem, em Luanda, pelo chefe do Departamento Central do SIC, superintendente Tomás Agostinho, durante uma conferência de imprensa em que denunciou o envolvimento no caso de entidades angolanas que gozam de foro especial, entre as quais altas patentes das Forças Armadas Angolanas.
Já detidos estão seis cidadãos estrangeiros e dois angolanos, suspeitos de terem praticado crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais. Trata-se dos cidadãos tailandeses Raveeroj Rithchoteanan, Monthita Pribwai, Theera Buapeng e Manin Wanitchanon, do eritreu Haillé Isaac Million, do canadiano André Louis Roy e dos angolanos Celeste Marcelino de Brito António e Christian Albano de Lemos.
Os elementos da rede, que terão começado a desenvolver actividade criminosa em Novembro de 2017, tentaram defraudar o Estado angolano, quando se diziam proprietários da empresa Centennial Energy Company, Limited,com sede nas Filipinas.