Com o novo modelo, o país quer acelerar para uma nova era de segurança rodoviária. Mas há questionamentos quanto à exclusividade no processo de produção das novas chapas dos veículos - designadas a quatro empresas, alegadamente associadas a políticos ligados ao partido no poder, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
Além disso, o entusiasmo das autoridades também contrasta com as preocupações dos cidadãos sobre os altos custos e o risco de desemprego para antigos produtores artesanais de chapas.