Nesta grande entrevista, o músico recorda o ano de 1970, quando vence o Top dos Mais Queridos, fala da aventura iniciada aos 13 anos de idade quando deixa o Waku Kungo na carroçaria de um camião à procura de melhores condições de vida na capital do país e de outros aspectos da carreira artística.
"Carolina do Ebo” tem a produção de Betinho Feijó que, segundo Proletário, seria a pessoa ideal para produzir o disco, em função da grande qualidade do trabalho imprimido no primeiro disco de Patrícia Faria.
"Foram sete meses, eu fui a Lisboa em Fevereiro de 2019 e só voltei ao país em Outubro do mesmo ano. Foi um grande trabalho e de muito sacrifício, eu tiro o chapéu ao Betinho Feijó, porque se ele quissesse ‘despachar’ ficaria em Lisboa muito pouco tempo”, sublinha o cantor reconhecido.
O cantor conta que o disco começou a ser produzido em Luanda com a Banda Chamaxu, sob a batuta do grande maestro Charles Bunga, de feliz memória. O disco, com temas como "Lemba”, "Canote”, "Babilónia”, "Ndali poppia”, "Kuele kuele”, este em lingala, "Minga”, "Love Lami” e "Scania 111”, é uma homenagem à "Carolina do Ebo”, irmã de Domingos Matias, um amigo que desde o primeiro momento abraçou o projecto musical.