A embaixadora dos EUA no organismo afirmou que o facto de um Estado-membro da ONU, com assento permanente no Conselho de Segurança, ter tentado anexar território do seu vizinho à força, não só colocou o outro país na sua mira, como também pôs em causa o princípio fundamental desta instituição. "Um país não pode tomar o território de outro pela força", argumentava Linda Thomas-Greenfield.
Apesar do importante esforço diplomático dos EUA para obter uma condenação inequívoca de Moscovo, 35 nações abstiveram-se, apenas quatro apoiaram a Rússia - Bielorrússia, Coreia do Norte, Nicarágua e Síria - que se defende atacando:
"O Ocidente é, completamente, surdo em relação aos problemas do Sul e aos apelos para que, finalmente, os resolva. São envidados esforços para promover, apenas, a narrativa ucraniana, mas não em nome do bem-estar do país, apenas numa tentativa de prejudicar a Rússia".