Segundo o autor, "Hemisfério” aborda um conjunto de temáticas, que vão desde as questões sociais mais imanentes, como as que têm relação com o papel que as mulheres desempenham nas comunidades, relativamente ao trabalho, sacrifício e toda a prestação que as mulheres empreendem, a temas como a saudade, a infância, os lugares em que cresceu. Por outro lado, acrescenta o autor, traz abordagens relacionadas com "os tradicionais medos que acompanham a humanidade”.
"Trato de questões como as do isolamento, da morte, do abandono, que são, no fundo, medos que acompanham a civilização humana ao longo dos tempos. Portanto, o livro é um menu de temáticas que são abordadas de forma esparsas mas que de certa forma se complementam”, explica.
O autor da trilogia "Sexorcismo”, "Sexonância” e "Humanus” garante que "Hemisfério” não é uma continuidade dos seus trabalhos anteriores, que se relacionam em continuidade e abordam, cada um deles, um momento específico da trajectória antropológica e filosófica do homem.