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José Carlos De Almeida

Escritor e Poeta

  • Nome : José Carlos De Almeida
  • Idade : 12/03/1968 ( 58 )
  • Naturalidade : Luanda
  • E/Civil: Divorciado
  • Data na lea : 10/05/2026

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Biografia

José Carlos de Almeida é o seu nome oficial. É conhecido por Makiesse, principalmente pelas pessoas que conviveram com ele em Lisboa, durante o seu tempo de estudante. Algumas pessoas também o tratam carinhosamente por Joseca.

É negro-escuro, mede 1,82 m, pesa 84 kg, possui estrutura física média, calça o número 43 e o seu grupo sanguíneo é ORh+.

É divorciado. Casou-se no dia 25 de março de 1988, aos 20 anos de idade. Esteve casado durante 16 anos com Avelina Escórcio dos Santos de Almeida (então apelido matrimonial), com quem teve quatro filhos: Laureana Carla dos Santos de Almeida, Catarino Carlos dos Santos de Almeida, Iracelama Carla dos Santos de Almeida e Jocelina Carla dos Santos de Almeida.

Quando regressou de Lisboa, depois de um ano de vida conjugal, o casamento já não fazia sentido e ambos se divorciaram por mútuo acordo. Por ocasião do segundo casamento da sua ex-mulher, desejou-lhe felicidade. Compreendeu que era importante que ela tivesse uma boa relação matrimonial, facto que garantiria que os seus filhos fizessem parte de uma família bem estruturada, sabendo-se que as famílias bem estruturadas dão estabilidade aos seus membros.

Também é pai de Laura Makiesse, resultante de uma relação com Fátima Guerra (luso-guineense), durante os seus tempos de estudante em Lisboa; e de Stivenson Makiesse, fruto da relação com Maria da C. Manaças.

Jurista, escritor e docente, começou a estudar aos 8 anos, numa escola de explicação, cujo professor era um senhor chamado Goz. Fez os estudos primários na Escola 288, conhecida por Ginguba; o II Nível, no 1.º de Maio; e o III Nível, na Escola Ngola Kiluanji. Concluiu o ensino médio na Escola Político-Militar «Comandante Gika», em Luanda, instituição que já não existe, por ter sido demolida.

Foi oficial do Exército – FAPLA. Licenciou-se em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões, situada na Rua de Santa Marta. Antes de obter uma bolsa de estudo, estudou na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, após ter sido submetido a um teste de admissão.

É autor do livro Ensaboado & Enxaguado, uma obra sobre Língua Portuguesa e Etiqueta. Em 2014, pensava lançar o seu segundo livro. Mais tarde, tornou-se também autor da obra Amor ao Próximo, livro que aborda questões relacionadas com a educação e a língua portuguesa. Trata-se de uma obra educativa, composta por seis capítulos repartidos em 235 páginas. Em 40 anos de Independência de Angola, considera não haver memória de um livro com a mesma abordagem.

Nasceu no bairro onde passou a infância. Viveu a adolescência na Precol, bairro contíguo ao seu bairro natal. Morou na Rua Rubra, onde vivia com o avô paterno, Adão João de Almeida, metodista e enfermeiro dos Caminhos de Ferro.

É o primeiro filho da mãe, Laureana José Manuel, doméstica, comerciante de bebidas alcoólicas e costureira (já falecida), e o terceiro filho do pai, Estevão João de Almeida, mecânico de tratores, actualmente aposentado.

Adão João de Almeida e Luzia Mendes, ambos de Cassoneca, eram os seus avós paternos.

O avô materno chamava-se José Manuel Nzugi. Nasceu no Lunuango, município do Soyo, era alfaiate e trabalhou no Seminário de Luanda. A avó materna, Maria António Carlos, nasceu em Cabiri e era doméstica. Ainda chegou a conhecer António Carlos, pai da sua avó.

Cresceu ajudando a mãe nos pequenos negócios. Quando criança, vendia maçãs, doces de coco, ginguba e pão com manteiga aos operários da construção civil que, muito cedo, iam ao trabalho.

Cresceu vestindo camisas de pano-cruz e roupas feitas de restos de tecido, confeccionadas pela mãe. Usava calções feitos pelo avô materno, José Manuel, e sandálias produzidas pelo senhor Gamboa, sapateiro da sua rua. Nunca pediu emprestadas peças de roupa a ninguém.

Cresceu tímido, mas sempre apreciou a solidão. Refugiava-se no seu modesto quarto, onde cabia apenas uma cama de casal. Ali tinha um estendal que servia de guarda-roupa. As paredes eram adornadas com pósteres de jogadores de futebol, extraídos da revista Jeux d’Afrique. Diego Armando Maradona era o seu principal ídolo. Admirava também Youssof Fofana, um dos grandes jogadores da Costa do Marfim, pela sua habilidade e pelo facto de, coincidentemente, também ser esquerdino.

Cresceu lendo livros, jornais e revistas sobre política, além de estudar Língua Portuguesa. A gramática e o dicionário eram as suas posses mais preciosas.

Sempre gostou — e ainda gosta — de estar só para reflectir. Diz que, na verdade, não fica sozinho: fica consigo mesmo, com o seu melhor amigo, que é ele próprio.

Considera-se confidente de si mesmo. Muitas experiências de intimidade e segredos de outras pessoas levará consigo para o túmulo. Afirma ser um autêntico guardador de segredos, evitando falar da vida alheia e respeitando os direitos de personalidade de terceiros.

Muitas vezes necessita de estar consigo mesmo. Quando precisa de companhia, procura as pessoas ou chama-as para estarem consigo. Diverte-se vendo os outros divertirem-se, embora prefira o silêncio ao barulho.

Na adolescência, aventurou-se no futebol. Treinou no Clube Desportivo Inter de Luanda, então orientado pelo já falecido treinador Friança. Oliveira foi o colega que mais o marcou. Também passou pelo Chela, clube do Lubango, no sul de Angola. Contudo, reconhece que o futebol não era o seu destino.

Foi actor de teatro na Escola Ngola Kiluanji, integrando o Grupo Teatral «Os Alunos da 8.ª K», dirigido pelo professor e dramaturgo Neto Magia. Também pertenceu ao grupo teatral da Paróquia de Nossa Senhora das Graças, liderado pelo irmão José Martinez.

Foi manequim na Angola Handels, propriedade do senhor Bernardino Jacinto de Carvalho, seu padrinho de casamento. Trabalhou com colegas como Ricardo Van-Dunem, Tatiana Pereira e Beatriz Ferreira. Abandonou a actividade quando foi estudar em Lisboa.

É adepto do Clube Desportivo 1.º de Agosto. As modalidades desportivas que mais aprecia são futebol, basquetebol, atletismo e xadrez. Pode passar horas a jogar xadrez, desde que o adversário seja desafiante. Pratica basquetebol ocasionalmente.

Acompanha grandes competições internacionais de futebol, embora tenha perdido o interesse pelo Girabola, por sentir saudades da qualidade do futebol angolano da década de 1980.

A sua primeira selecção desportiva é Angola. Contudo, apoia a Argentina desde os tempos de Maradona. A visita ao país do tango reforçou ainda mais essa afeição. Respeita igualmente as selecções do Brasil e de Portugal. Em jogos entre selecções africanas e equipas do resto do mundo, apoia sempre a selecção africana. Sonha ver, um dia, uma equipa africana conquistar o Campeonato do Mundo.

Fala português, espanhol, italiano e inglês, embora admita não dominar esta última língua com a fluência desejada.

Gosta imenso de viajar e conhece muitos países. Deseja ainda conhecer a Austrália, Dinamarca, Egipto, Marrocos, Cabo Verde, Quénia, África do Sul, Japão, Dubai, Cuba e algum país das Antilhas.

É melómano. Aprecia semba e kilapanga, estilos musicais angolanos, bem como músicas africanas e latino-americanas. Gosta de salsa, música clássica, fado, mornas, blues, jazz, bossa nova, rock e pop. Prefere músicas calmas e critica canções mal cantadas em português.

Considera que a Rádio Nacional de Angola (RNA) e a Televisão Pública de Angola (TPA) tiveram grande influência positiva na sua infância e adolescência, devido ao carácter educativo dos seus programas.

Tem grande sensibilidade estética. Gosta de vestir-se bem, manter a casa organizada e receber pessoas.

Habitualmente bebe vinho, cognac e refrigerantes. Fuma charuto apenas por prazer. Bebe socialmente e não admite embriagar-se em público. Gosta de funge de milho com moamba de ginguba ou de dendém, bem como de feijoada e cozido à portuguesa.

Sabe cozinhar, habilidade que aprendeu em Lisboa com o amigo António Paulo Mendes (Toy) e com a prima Francisca Gama.

Afirma não gostar de exibicionismos nem de gabarolices. Defende princípios como devolver bens alheios, agir discretamente na ajuda ao próximo, corrigir sem constranger e viver de acordo com as próprias possibilidades.

É católico. Foi sacristão da Capela de São Luís e da Igreja da Precol, ambas pertencentes à Paróquia de Nossa Senhora das Graças. É baptizado, fez a Primeira Comunhão e foi crismado. Afirma faltar-lhe apenas o matrimónio religioso.

Influenciado pelo padre Honório, quis ser sacerdote, mas a mãe nunca aceitou a ideia. Chegou a ser seleccionado para pré-seminarista, mas acabou por desistir.

É admirador do Papa Francisco e de figuras preocupadas com questões sociais. Declara-se contra a corrupção, o esbanjamento, o materialismo e a escravidão ao dinheiro.

Afirma ser contra qualquer tipo de discriminação, incluindo racismo, nepotismo, clientelismo, sensacionalismo, egoísmo e desonestidade. Considera essencial avaliar as pessoas pelo carácter, educação, conhecimento e experiência de vida.

É docente desde 15 de Setembro de 1988. Começou a leccionar no antigo Colégio D. Moisés Alves de Pinho, hoje Escola n.º 504, na Rua Eugénio de Castro, actualmente Bula Matadi. Lecionou ainda na Escola Comandante Gika, Escola Nzinga Mbande, PUNIV, Universidade Lusíada e Universidade Metodista.

Sempre procurou manter uma relação próxima com os alunos e orgulha-se do profissionalismo com que exerceu a docência.

Organizou com êxito o primeiro — e talvez único — Campeonato de Matraquilhos realizado em Angola, denominado MATRA 94, competição amplamente participada e divulgada pela comunicação social.

Desde os 21 anos, manifesta o desejo de governar Luanda. Defende a implementação efectiva das autarquias em Angola e acredita que a responsabilização política dos autarcas poderá contribuir para o desenvolvimento dos municípios.

Pretende candidatar-se, no futuro, às eleições autárquicas pelo MPLA, partido com o qual se identifica desde a infância.

Valoriza profundamente a paz, a solidariedade, a filantropia e as questões sociais. Interessa-se também por Psicologia, Sociologia e Urbanismo.

Pretende criar uma associação de combate ao analfabetismo, por acreditar que “há muita gente sem luz”.

Afirma esperar morrer em paz consigo mesmo e com os outros, preferencialmente pobre, mas com os seus bens devidamente organizados.

Até hoje chora a morte da mãe, Laureana, a pessoa que mais o amou, protegeu e transmitiu valores. Por isso, define-se, orgulhosamente, como “um filho da mãe

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