José Mena Abrantes disse que não se entende a falta de apoio à classe teatral, sendo uma actividade que envolve grande parte da juventude a nível das comunidades que muito faz em prol da arte.
"Penso que se a classe tivesse auxílio do Governo, as artes cénicas teriam um maior desenvolvimento a nível nacional, porque o teatro não existe em nenhuma parte do mundo sem apoio estatal. Por isso, é necessária uma atenção especial de quem de direito”, sublinhou.
O dramaturgo reconheceu a qualidade dos fazedores das artes cénicas, sobretudo os criadores dos anos 1980, pois como frisou "neste ano passou a surgir grupos teatrais com uma maior qualidade e muito diferenciado. A título de exemplo cito o Horizonte Njinga Mbande, Oásis e o Elinga Teatro”.