Uma declaração, assinada por João Lourenço, presidente em exercício da organização e da República de Angola, refere que a escalada das hostilidades terá um impacto negativo e anulará os esforços da comunidade internacional na busca de uma paz e segurança sustentáveis no Médio Oriente.
Manifesta igualmente profunda preocupação com a perda de centenas de vidas de civis inocentes, em ambos os lados, e a destruição de propriedades.