Nas palavras de Manuel Rui, “os traços do Júlio conjugam-se no nosso verbo cuiar.” Parecem umas vezes brincadeiras nossas antigas de crianças entrando rodopiando dentro para ficarmos tontos no meio dos remoínhos que o vento fazia com a areia. Outras vezes são os pensamentos infantis iludindo a solidão ou de repente a multidão de nossos ancestrais corpos colados rompendo a antiga escravidão pela força espiritual da natureza africana.
Traços que desenham os volumes de mamas ubérrimas de mulheres repletas de leite para amamentar o futuro de novos traços viajando distanciados lá para bué de longe nevoeiro ou filtro penumbra cinzenta no mato com os xinganjis no fingimento das máscaras ocultas ou mulheres maravilhosamente nuas pela inocência de grandes lábios lindos carnudos sem pecado original de um herotismo suavemente suave ou o mercado com silhuetas impressionistas da quitanda que nos alimenta paralelamente.