A exercer o cargo desde Julho do ano passado, o curador de arte e artista plástico Benjamim Sabby explicou que as acções no ano passado foram baseadas em eventos políticos e socioculturais, com base nas parcerias existentes com instituições públicas e privadas brasileiras.
Durante esse período, assegurou Benjamim Sabby, foram criadas parcerias com Associação Protectora dos Desvalidos, Universidade Jorge Amado, Secretária Municipal da Reparação (SEMUR), Fundação Pedro Calmon, Espaço Xisto Bahia, Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Associação Cultural de Preservação do Património Bantu (ACBANTU).
Ao longo dos anos, disse o director do centro, o CCCAB tem sido um espaço, com um ambicioso projecto cultural, trabalhando mais para às comunidades Baianas, na divulgação de temas ligados ao continente africano voltados, sobretudo, para o acervo histórico e cultural.
Benjamim Sabby disse que foram realizadas no Centro Cultural Casa de Angola na Bahia no ano passado 29 actividades culturais e receberam a visita de 28 instituições de ensino, entre escolas e universidades públicas e privadas.
Quanto às actividades extras, lembrou o director, o CCCAB participou em actividades culturais com destaque para a celebração do Dia do Fundador da Nação e Herói Nacional, que foi marcado pela realização uma palestra sobre “Vida, Obra e Legado de Agostinho Neto”, proferida pelo professor e escritor angolano Jonuel Gonçalves.
A celebração do 42º Aniversário da Independência de Angola e do 18º aniversário do Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, bem como a realização de uma exposição fotográfica “Angola Actual” dos fotógrafos Jesse Manuel e Chilala Moco, e espectáculos com a participação do Ballet Tradicional Kilandukilu, da Banda Maravilha e do cantor Robertinho foram outros eventos realizados em 2017.
Durante o ano passado, o CCCAB recebeu 2.708 visitantes, entre cidadãos angolanos e estrangeiros residentes na Bahia e de outros Estados do Brasil. Para esse ano, Benjamim Sabby pretende que o espaço cultural “construa uma identidade mais forte e de constante diálogo com a sociedade”.