Em nota enviada hoje à Lusa, aquela instituição de defesa do consumidor refere que na semana passada recebeu várias reclamações de encarregados de educação de que lhes está a ser cobrada a propina de março, período em que as autoridades suspenderam as aulas por causa da covid-19.
No documento, o INADEC informa os consumidores, que tendo o Governo decretado estado de emergência e orientado o confinamento dos cidadãos, é necessário "aguardar o pronunciamento dos departamentos ministeriais responsáveis, nomeadamente os ministérios da Educação e do Ensino Superior".
Semanas antes de ser decretado o primeiro período de estado de emergência em Angola, que decorreu de 27 de março a 10 de abril, com vista a conter a propagação do coronavúrus no país, as autoridades haviam já suspendido as aulas no ensino geral e universitário.