Na reunião, que acontece sob coordenação da União Africana (UA) e participação da Organização das Nações Unidas (ONU), os Chefes de Estado e de Governo africanos deverão apreciar e aprovar o Plano Director de Acção que vai definir, de forma clara, as tarefas que cada uma das organizações regionais vai desenvolver para a paz naquele país.
Em declarações à imprensa, no final da Reunião de Ministros, que juntou os representantes das quatro Comunidades e Mecanismos Regionais, bem como representantes da ONU, o ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, disse que o Plano Director de Acção é um documento essencial, mas não tira em nada a prevalência da importância dos trabalhos desenvolvidos pelas organizações.
Na abertura do encontro, o chefe da diplomacia angolana reiterou o compromisso de Angola em continuar a apoiar os esforços de paz na região. Para tal, sublinhou, privilegia a resolução pacífica e negociada do conflito.
Téte António sublinhou também que o Estado angolano entende que o conflito não deve ter uma solução estritamente militar e militarizada na sua abordagem.