A Ucrânia também organizou jogos de guerra e os Estados Unidos instaram os americanos no país a sair imediatamente devido ao aumento das ameaças de ação militar russa. Mas líderes de todos os lados sinalizaram que esperam que a diplomacia ainda possa prevalecer no que o primeiro-ministro britânico Boris Johnson chamou de maior crise de segurança da Europa em décadas.
Em uma nova rodada de negociações, a ministra das Relações Exteriores da Grã-Bretanha discutiu publicamente com seu colega russo em Moscou, Johnson visitou a sede da Otan em Bruxelas e o líder da Alemanha se encontrou com seus colegas dos países bálticos em Berlim, onde autoridades da Rússia, Ucrânia, Alemanha e França também mantinham discussões.
A Rússia, que tem mais de 100.000 soldados perto das fronteiras da Ucrânia, nega as acusações ocidentais de que pode estar planejando invadir seu ex-vizinho soviético, embora diga que poderia tomar medidas "técnicas militares" não especificadas, a menos que as exigências sejam atendidas.